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humanizar

humanizarhumanizar | v. tr. e pron. | v. tr.
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hu·ma·ni·zar hu·ma·ni·zar

- ConjugarConjugar

(humano + -izar)
verbo transitivo e pronominal

1. Tornar(-se) humano; dar ou ganhar atributos humanos (ex.: com o decorrer da narrativa, o autor procura humanizar o anti-herói; nas fábulas, os animais humanizam-se). = HUMANARDESUMANIZAR

2. Tornar(-se) sociável, civilizado. = CIVILIZAR, SOCIALIZARDESUMANIZAR

3. Tornar(-se) agradável ou suportável (ex.: os profissionais da saúde tentam humanizar o sofrimento dos doentes; o sistema prisional precisa de se humanizar).DESUMANIZAR

verbo transitivo

4. [Brasil: Ceará]   [Brasil: Ceará]  Domesticar um animal. = AMANSAR, DOMAR

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Dúvidas linguísticas


Como dizer correctamente: ...a área que mais lhe fascina ou ... a área que mais a fascina?
O verbo fascinar é tradicionalmente registado nos dicionários como transitivo directo, isto é, como um verbo que selecciona um complemento nominal obrigatório que não é introduzido por uma preposição (ex.: esta área fascinou o aluno), não sendo consideradas aceitáveis construções com um complemento indirecto, isto é, um complemento nominal obrigatório introduzido por uma preposição (ex.: *esta área fascinou ao aluno; o asterisco indica agramaticalidade). Quando há pronominalização dos complementos de terceira pessoa, o complemento directo corresponde aos pronomes pessoais o, a os, as e o complemento indirecto aos pronomes pessoais lhe, lhes. Assim, relativamente aos exemplos acima referidos, a pronominalização do complemento directo da frase esta área fascinou o aluno deve ser feita com o pronome o (esta área fascinou-o), pois trata-se de um complemento directo, e não com o pronome lhe (*esta área fascinou-lhe).

Em relação às frases apontadas na dúvida colocada, o caso é o mesmo. Deverá ser usada a construção a área que mais a fascina (equivalente a a área que mais fascina alguém) e não a construção *a área que mais lhe fascina (equivalente a *a área que mais fascina a alguém).




Pontapé: esta palavra é composta por justaposição ou por aglutinação?
A palavra pontapé é composta por justaposição.

De facto, é possível identificar neste vocábulo as palavras distintas que lhe deram origem – os substantivos ponta e – sem que nenhuma delas tenha sido afectada na sua integridade fonológica (em alguns casos pode haver uma adequação ortográfica para manter a integridade fonética das palavras simples, como em girassol, composto de gira + s + sol. Se não houvesse essa adequação, a palavra seria escrita com um s intervocálico (girasol) a que corresponderia o som /z/ e as duas palavras simples perderiam a sua integridade fonética e tratar-se-ia de um composto aglutinado). Daí a denominação de composto por justaposição, uma vez que as palavras apenas se encontram colocadas lado a lado, com ou sem hífen (ex.: guarda-chuva, passatempo, pontapé).

O mesmo não se passa com os compostos por aglutinação, como pernalta (de perna + alta), por exemplo, cujos elementos se unem de tal modo que um deles sofre alterações na sua estrutura fonética. No caso, o acento tónico de perna subordina-se ao de alta, com consequências, no português europeu, na qualidade vocálica do e, cuja pronúncia /é/ deixa de ser possível para passar à vogal central fechada (idêntica à pronúncia do e em se). Note-se ainda que as palavras compostas por aglutinação nunca se escrevem com hífen.

Sobre este assunto, poderá ainda consultar o cap. 24 da Gramática da Língua Portuguesa, de Maria Helena Mira MATEUS, Ana Maria BRITO, Inês DUARTE, Isabel Hub FARIA et al. (5.ª ed., Editorial Caminho, Lisboa, 2003), especialmente as pp. 979-980.

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Palavra do dia

o·ven·çal o·ven·çal


(ovença + -al)
nome masculino

1. [Antigo]   [Antigo]  Pessoa encarregada de uma despensa. = DESPENSEIRO, ECÓNOMO

2. [Antigo]   [Antigo]  Cobrador de rendas.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/humanizar [consultado em 19-10-2021]