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galope

A forma galopepode ser [primeira pessoa singular do presente do conjuntivo de galopargalopar], [terceira pessoa singular do imperativo de galopargalopar], [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de galopargalopar] ou [nome masculino].

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galopegalope
( ga·lo·pe

ga·lo·pe

)


nome masculino

1. A mais rápida andadura do cavalo e outros animais.

2. [Figurado] [Figurado] Corrida rápida.

3. Espécie de dança a dois tempos.

4. Acto de galopar (a carruagem).

5. [Marinha] [Marinha] Parte dos mastros entre a encapeladura e a borla.


galope curto

Andamento do cavalo, mais rápido que o trote e mais lento que o galope. = CÂNTER, GALOPE REUNIDO, MEIO-GALOPE

galope reunido

O mesmo que galope curto.

etimologiaOrigem etimológica:francês galop.
galopargalopar
( ga·lo·par

ga·lo·par

)
Conjugação:unipessoal.
Particípio:regular.


verbo intransitivo

1. Andar a galope.

2. [Figurado] [Figurado] Andar depressa.

3. Abaixar e levantar alternadamente as testeiras (a carruagem em marcha).


verbo transitivo

4. Percorrer a galope ou rapidamente.

sinonimo ou antonimoSinónimoSinônimo geral: GALOPEAR

etimologiaOrigem etimológica:galope + -ar.

Auxiliares de tradução

Traduzir "galope" para: Espanhol Francês Inglês

Anagramas



Dúvidas linguísticas



A minha dúvida é a respeito da etimologia de determinadas palavras cuja raiz é de origem latina, por ex. bondade, sensibilidade, depressão, etc. No Dicionário Priberam elas aparecem com a terminação nominativa mas noutros dicionários parece-me que estão na terminação ablativa e não nominativa. Gostaria que me esclarecessem.
O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa regista, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas que são normalmente enunciadas na forma do nominativo, seguida do genitivo: bonitas, bonitatis (ou bonitas, -atis); sensibilitas, sensibilitatis (ou sensibilitas, -atis) e depressio, depressionis (ou depressio, -onis).

Noutros dicionários gerais de língua portuguesa, é muito usual o registo da etimologia latina através da forma do acusativo sem a desinência -m (não se trata, como à primeira vista pode parecer, do ablativo). Isto acontece por ser o acusativo o caso lexicogénico, isto é, o caso latino que deu origem à maioria das palavras do português, e por, na evolução do latim para o português, o -m da desinência acusativa ter invariavelmente desaparecido. Assim, alguns dicionários registam, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas bonitate, sensibilitate e depressione, que foram extrapoladas, respectivamente, dos acusativos bonitatem, sensibilitatem e depressionem.

Esta opção de apresentar o acusativo apocopado pode causar alguma perplexidade nos consulentes dos dicionários, que depois não encontram estas formas em dicionários de latim. Alguns dicionários optam por assinalar a queda do -m, colocando um hífen no final do étimo latino (ex.: bonitate-, sensibilitate-, depressione-). Outros, mais raros, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa optaram por enunciar os étimos latinos (ex.: bonitas, -atis; sensibilitas, -atis, depressio, -onis), não os apresentando como a maioria dos dicionários; o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa não enuncia o étimo latino dos verbos, referenciando apenas a forma do infinitivo (ex.: fazer < facere; sentir < sentire).




Gostaria de saber se a palavra real admite duas formas de plural: réis e reais, assim como mel, temos: méis e meles?
Efectivamente a palavra real admite o plural réis (não confundir com reis, plural de rei), mas apenas na acepção de antiga unidade monetária de Portugal e do Brasil. Nas restantes acepções de adjectivo e de substantivo masculino, incluindo a da actual unidade monetária do Brasil, só é admitida a forma plural reais. Não se trata assim de um duplo plural, ao contrário do caso de mel.