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feminismo

feminismofeminismo | n. m.
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fe·mi·nis·mo fe·mi·nis·mo


(francês féminisme)
nome masculino

Movimento ideológico que preconiza a ampliação legal dos direitos civis e políticos da mulher ou a igualdade dos direitos dela aos do homem.

Confrontar: femismo.
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E tão profunda foi a conversão, que quando o feminismo surgiu

Em TEMPO CONTADO

, bibliotecária e coordenadora do Grupo de Estudos sobre feminismo negros Marielle Franco..

Em CRB10

...exacta democracia que lhe permite ostentar os delírios seria tão inútil quanto pregar o feminismo aos aiatolas..

Em Geopedrados

, homofobia só é caracterizada pela violência física, feminismo é mimimi..

Em www.tonygoes.com.br

...prémio Reina Sofia de Poesia Ibérica que lhe foi atribuído há dois meses, de feminismo , da famosa despensa , do poema-panfleto de Amanda Gorman e do nonsense que...

Em Da Literatura
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Dúvidas linguísticas


Em expressões como não análise, não excedente, não conhecimento, não aceitação, não provimento, etc., quando deve ser utilizado, ou não, o hífen?
A utilização do hífen em casos semelhantes aos apresentados é possível e até muito usual.

A palavra não, por se tratar de um advérbio, é uma palavra invariável usada geralmente para modificar um verbo (ex.: não comi), um adjectivo (ex.: pessoa não competente), outro advérbio (ex.: agindo não eficazmente) ou uma frase (ex.: não podemos deixar-nos adormecer) mas em geral não modifica substantivos. Por este motivo, é comum ligar este advérbio por hífen a um substantivo que se lhe segue, mas tal procedimento não é obrigatório, nem é regulado por qualquer indicação nos textos legais em vigor para a língua portuguesa.

O que é dito sobre o hífen no Acordo Ortográfico de 1945 (válido para o português europeu, mas muito semelhante ao que é dito no Formulário Ortográfico de 1943, válido para o português do Brasil) é bastante vago e nada esclarecedor sobre este assunto: “Emprega-se o hífen nos compostos em que entram, foneticamente distintos (e, portanto, com acentos gráficos, se os têm à parte), dois ou mais substantivos, ligados ou não por preposição ou outro elemento, um substantivo e um adjectivo, um adjectivo e um substantivo, dois adjectivos ou um adjectivo e um substantivo com valor adjectivo, uma forma verbal e um substantivo, duas formas verbais, ou ainda outras combinações de palavras, e em que o conjunto dos elementos, mantida a noção da composição, forma um sentido único ou uma aderência de sentidos.” (Base XXVIII [sublinhado nosso]).

O Acordo Ortográfico de 1990 não altera nada a este respeito.

O uso do hífen coloca então muitas dúvidas aos utilizadores da língua, pois não obedece geralmente a critérios lógicos, mas antes a convenções e muitas vezes é justificado devido à tradição de registo em dicionários de língua que funcionam como referência. Neste âmbito, surgem em muitos dicionários entradas com o elemento não- seguido de adjectivos, substantivos e verbos, mas como, em teoria, qualquer palavra de uma destas classes poderia ser modificada pelo advérbio não, o registo de todas as formas possíveis seria impraticável e de muito pouca utilidade para o consulente.

Em conclusão, podemos afirmar que o uso do hífen é possível para ligar o advérbio não a um substantivo; o uso do hífen para ligar o advérbio não a classes que são habitualmente modificadas por advérbios (verbos, adjectivos, advérbios) parece ser desnecessário, dadas as características da classe adverbial, mas nada o impede.




A minha dúvida é sobre a pronunciação do nome próprio Rosana. Existe quem acentue a sílaba "Ro" e "sa" (Rósâna) e quem acentue a sílaba "sa" apenas (Rusâna). O nome, no entanto, escreve-se sem qualquer acento. Qual a forma correcta de o pronunciar?
O nome próprio Rosana é uma palavra grave e, independentemente da pronúncia da letra o, a sílaba tónica (isto é, aquela que recebe o acento de intensidade da palavra) é sempre a penúltima (-sa-).

A diferença de pronúncia entre [Ru]sana, [Ro]sana ou ainda [Rɔ]sana deve-se a uma alternância vocálica, isto é, a vogal o na escrita pode corresponder na oralidade às vogais [u] (como em morango), [o] (como em dor) ou ainda [ɔ] (como em pó).

Como regra geral do português europeu, as vogais das sílabas átonas elevam-se (por exemplo, um [o] ou um [ɔ] tónicos passam a [u] quando átonos: ex.: cola [ɔ] > colar [u]; forca [o] > enforcar [u]), mas esta regra tem muitas excepções (motivadas por vezes por características lexicais de uma palavra específica, por razões etimológicas, eufónicas ou outras). No caso de Rosana, a elevação da vogal da sílaba átona corresponderia à pronúncia [Ru]sana, mas qualquer uma das outras pronúncias é tão correcta como esta.

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Palavra do dia

za·gai·ar za·gai·ar

- ConjugarConjugar

(zagaia + -ar)
verbo transitivo

1. Arremessar zagaia, tipo de lança curta.

2. Ferir ou matar com esse tipo de lança.

verbo transitivo e intransitivo

3. [Pesca]   [Pesca]  Pescar com zagaia, tipo de engodo artificial.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/feminismo [consultado em 27-09-2021]