Significado de faltar-se-lhe

    A forma faltar-se-lhepode ser [infinitivo de faltarfaltar], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de faltarfaltar], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de faltarfaltar], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de faltarfaltar] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de faltarfaltar].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    faltarfaltar
    ( fal·tar

    fal·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Não haver (o que é preciso); haver falta (de alguma coisa).

    2. Ser preciso.

    3. Não comparecer; não chegar.

    4. Haver de menos.

    5. Gastar-se, acabar-se.

    6. Deixar de cumprir.

    7. Delinquir, pecar.

    8. Desamparar.

    9. Ausentar-se (de algum lugar).

    10. Falhar.

    11. Iludir.

    12. Desaparecer; morrer.

    Secção de palavras relacionadas

    Auxiliares de tradução

    Traduzir "faltar-se-lhe" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    adinâmico | adj.

    Em que há falta de forças....


    asinino | adj.

    Relativo a asno ou burro....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "faltar-se-lhe" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?