Significado de excele-se-mos

    A forma excele-se-mospode ser [segunda pessoa singular do imperativo de excelerexceler] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de excelerexceler].

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    excelerexceler
    |eis| ou |es| |eis| ou |es|
    ( ex·ce·ler

    ex·ce·ler

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    Distinguir-se pela excelência; ser excelente (ex.: continuam a exceler em competência; a cantora voltou a exceler).

    etimologiaOrigem:latim excello, -ere.

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    Esta palavra no dicionário

    exceler | v. tr. e intr.

    Distinguir-se pela excelência; ser excelente (ex.: continuam a exceler em competência; a cantora voltou a exceler)....


    excelir | v. tr. e intr.

    Distinguir-se pela excelência; ser excelente....


    mitar | v. tr. | v. intr.

    Atribuir qualidades de mito ou lenda a; transformar em mito (ex.: mitar um treinador)....

    Histórico de pesquisas

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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.