PT
BR
Pesquisar
Definições



engodo

A forma engodopode ser [primeira pessoa singular do presente do indicativo de engodarengodar] ou [nome masculino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
engodoengodo
|gô| |gô|
( en·go·do

en·go·do

)


nome masculino

1. Alimento que se usa para atrair animais para pescar ou caçar. = CEVO, ISCA

2. Qualquer artifício usado para atrair ou enganar. = CHAMARIZ, ISCA, NEGAÇA

3. Lisonja ou mimo aliciador. = CHAMARIZ

vistoPlural: engodos |gô|.
etimologiaOrigem etimológica:origem obscura.
iconPlural: engodos |gô|.
engodarengodar
( en·go·dar

en·go·dar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Atrair com engodo.

2. Enganar ardilosamente.

etimologiaOrigem etimológica:engodo + -ar.

Auxiliares de tradução

Traduzir "engodo" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Por favor poderiam me dar o feminino desta frase: Os músicos estão na praça!
Uma frase não tem feminino ou masculino.

Se a questão se coloca quanto ao sujeito Os músicos, o feminino da palavra músico é música (ex.: Ela é música). Se se referir ao conjunto de músicos e músicas, então terá de ser Os músicos. Assim, se o sujeito da frase for feminino plural, será As músicas (mesmo podendo ser confundido com as músicas = as canções, as melodias).




Ao considerar a palavra Aristo uma palavra do dicionário português (honra seja feita à marca austríaca desde 1862) não estamos a incorrer no erro de usar uma marca para definir algo? Imaginem: Em vez de significado de gasosa com sabor a cola, usarmos uma das marcas que exstem no mercado. Ainda mais injusto quando uma das referências que existe é: ... aristo tipo"rotring" ... (Rötring, como sabemos outra marca, desta vez alemã).
No Dicionário Priberam (e nos dicionários gerais de língua) são registadas como entradas palavras de uso corrente. A lexicalização de nomes próprios, nomeadamente de marcas comerciais, é um fenómeno linguístico e acontece por uma derivação metonímica, nomeadamente quando uma marca passou a designar genericamente objectos análogos.
São exemplos deste fenómeno palavras como cotonete, creolina, gilete, jipe, licra, rímel, roscofe, velcro ou vespa, entre outros, e também o caso de aristo (ex.: a lista de material escolar inclui um aristo; secção de réguas, esquadros, aristos e transferidores). Não é exclusivo do português e pode assumir comportamento diferente mesmo dentro da mesma língua (por exemplo, esferovite/isopor, respectivamente no português de Portugal/português do Brasil).
Nesses casos, a palavra é registada no Dicionário Priberam com minúscula e na etimologia da palavra é referida como marca registada a palavra da qual derivou, na sua grafia original, geralmente com maiúscula inicial (como é o caso de Aristo). A lexicalização de uma marca é um critério seguido pela tradição lexicográfica para a sua dicionarização e são excluídos juízos de valor, mas é claro que cada falante ou utilizador da língua faz as suas escolhas, consoante as suas preferências ou conveniências ou o seu conhecimento linguístico, e poderá sempre optar por outra palavra que não tenha esta origem.

Como curiosidade, podemos referir que no Dicionário Priberam, no espaço de um ano (entre Julho de 2020 e Julho de 2021), foram feitas cerca de 1650 pesquisas por aristo, tendo mais de um quinto destas pesquisas sido feitas em Setembro de 2020, correspondendo ao início do ano escolar.