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electroacústica

electroacústicaeletroacústicaeletroacústica | n. f.
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e·lec·tro·a·cús·ti·ca |lèt|e·le·tro·a·cús·ti·ca |lè|e·le·tro·a·cús·ti·ca |lè|


(electro- + acústica)
nome feminino

1. [Física]   [Física]  Parte da física que estuda a transformação de energia eléctrica em energia acústica e vice-versa.

2. [Música]   [Música]  Técnica de produção e de reprodução de fenómenos acústicos por métodos eléctricos.


SinónimoSinônimo Geral: ELECTRACÚSTICA


• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: eletroacústica.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: electroacústica.


• Grafia no Brasil: eletroacústica.

• Grafia em Portugal: electroacústica.

e·lec·tro·a·cús·ti·co |lèt|e·le·tro·a·cús·ti·co |lè|e·le·tro·a·cús·ti·co |lè|


(electro- + acústico)
adjectivo
adjetivo

1. [Física]   [Física]  Relativo à electroacústica.

2. [Música]   [Música]  Que utiliza uma técnica de produção e de reprodução de fenómenos acústicos por métodos eléctricos (ex.: música electracústica; piano electracústico).


SinónimoSinônimo Geral: ELECTRACÚSTICO


• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: eletroacústico.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: electroacústico.


• Grafia no Brasil: eletroacústico.

• Grafia em Portugal: electroacústico.
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Dúvidas linguísticas


Qual a correta grafia: sub-bosque ou subosque?
O prefixo sub- deve ser seguido de hífen quando o elemento seguinte se inicia por b, uma vez que se trata da mesma consoante por que termina o prefixo, como prevê o Acordo Ortográfico de 1945 (para o português de Portugal). O Formulário Ortográfico de 1943 (para o português do Brasil) não tem este contexto previsto no uso do hífen, mas o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras regista esta forma e outras com a sequência sub-b...; a par disto, é de referir que também as formas subosque e sobosque estão registadas no VOLP, depreendendo-se a sua origem nas formas prefixais su- e so-, respectivamente, equivalentes a sub- e sob-, mas de contexto ortográfico diferente (daí o facto de não serem formas hifenizadas).

Este contexto ortográfico não sofre alteração com a aplicação do novo Acordo Ortográfico de 1990, pois, apesar de o texto do Acordo ser omisso neste ponto (cf. Base XVI), a "Nota Explicativa" anexa ao referido texto prevê o uso do hífen: "6.3 - O hífen nas formas derivadas (base XVI) [...] a) Emprega-se o hífen quando o segundo elemento da formação começa por h ou pela mesma vogal ou consoante com que termina o prefixo ou pseudoprefixo (por exemplo: anti-higiénico, contra-almirante, hiper-resistente) [...]" (sublinhado nosso).

Por este motivo, pode dizer-se que a forma sub-bosque está correcta, bem como as formas sobosque ou subosque, apesar de estas duas últimas preverem o uso de prefixos equivalentes a sob- ou sub-, que serão menos consensuais (o prefixo su- com este sentido não se encontra registado em nenhuma obra lexicográfica por nós consultada).




Uma professora minha disse que nunca se podia colocar uma vírgula entre o sujeito e o verbo. É verdade?
Sobre o uso da vírgula em geral, por favor consulte a dúvida vírgula antes da conjunção e. Especificamente sobre a questão colocada, de facto, a indicação de que não se pode colocar uma vírgula entre o sujeito e o verbo é verdadeira. O uso da vírgula, como o da pontuação em geral, é complexo, pois está intimamente ligado à decomposição sintáctica, lógica e discursiva das frases. Do ponto de vista lógico e sintáctico, não há qualquer motivo para separar o sujeito do seu predicado (ex.: *o rapaz [SUJEITO], comeu [PREDICADO]; *as pessoas que estiveram na exposição [SUJEITO], gostaram muito [PREDICADO]; o asterisco indica agramaticalidade). Da mesma forma, o verbo não deverá ser separado dos complementos obrigatórios que selecciona (ex.: *a casa é [Verbo], bonita [PREDICATIVO DO SUJEITO]; *o rapaz comeu [Verbo], bolachas e biscoitos [COMPLEMENTO DIRECTO]; *as pessoas gostaram [Verbo], da exposição [COMPLEMENTO INDIRECTO]; *as crianças ficaram [Verbo], no parque [COMPLEMENTO ADVERBIAL OBRIGATÓRIO]). Pela mesma lógica, o mesmo se aplica aos complementos seleccionados por substantivos (ex. * foi a casa, dos avós), por adjectivos (ex.: *estava impaciente, por sair) ou por advérbios (*lava as mãos antes, das refeições), que não deverão ser separados por vírgula da palavra que os selecciona.

Há, no entanto, alguns contextos em que pode haver entre o sujeito e o verbo uma estrutura sintáctica separada por vírgulas, mas apenas no caso de essa estrutura poder ser isolada por uma vírgula no início e no fim. Estes são normalmente os casos de adjuntos nominais (ex.: o rapaz, menino muito magro, comeu muito), adjuntos adverbiais (ex.: o rapaz, como habitualmente, comeu muito), orações subordinadas adverbiais (ex.: as pessoas que estiveram na exposição, apesar das más condições, gostaram muito), orações subordinadas relativas explicativas (ex.: o rapaz, que até não tinha fome, comeu muito).

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/electroac%C3%BAstica [consultado em 17-08-2022]