Significado de disfarça-mos

    A forma disfarça-mospode ser [segunda pessoa singular do imperativo de disfarçardisfarçar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de disfarçardisfarçar].

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    disfarçardisfarçar
    ( dis·far·çar

    dis·far·çar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Colocar roupa ou máscara de modo que pareça ser outro (ex.: disfarçou a criança de palhaço; não se quis disfarçar). = FANTASIAR, MASCARAR

    verbo transitivo

    2. Alterar para tornar desconhecido ou diferente (ex.: disfarçar a voz).

    3. Tapar ou fazer com que não se note falta ou defeito. = DISSIMULAR, ENCOBRIR, ESCONDERMOSTRAR

    verbo transitivo e intransitivo

    4. Esconder determinado estado, sentimento ou intenção (ex.: disfarçar a tristeza; se entrar alguém, disfarça).

    etimologiaOrigem:etimologia duvidosa.

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    Esta palavra no dicionário

    bifronte | adj. 2 g.

    Que tem duas caras....


    latente | adj. 2 g.

    Que está oculto, não aparente....


    Que não se consegue disfarçar (ex.: há ali um maldisfarçado preconceito)....


    caiadura | n. f.

    Ato ou efeito de caiar....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "disfarça-mos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Tenho uma dúvida na utilização dos pronomes "lhe" ou "o". Por exemplo, nesta frase, qual é a forma correta: "para Carlos não lhe perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda" ou " para Carlos não o perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda"?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.