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desvalor

desvalordesvalor | n. m.
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des·va·lor |ô|des·va·lor |ô|


(des- + valor)
nome masculino

1. Falta de valor.

2. Perda de estima.

3. [Figurado]   [Figurado]  Cobardia momentânea.

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Anagramas

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Em De Rerum Natura
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Dúvidas linguísticas


Venho por este meio para me tirarem uma dúvida que é a seguinte: Quando uma pessoa muda de uma região para a outra, mas dentro do próprio país, como se diz? Emigrar ou Imigrar? E quando uma pessoa vai para outro país para trabalhar e para viver?
Os verbos emigrar e imigrar têm em comum o significado de migrar, e apenas diferem no ponto de vista, isto é, emigrar é "sair, temporária ou definitivamente, do seu país ou região" e imigrar é "entrar e fixar-se, periódica ou definitivamente, num outro país ou região" (o mesmo se aplica aos respectivos derivados, como emigrante/imigrante, emigração/imigração). Esta diferença deve-se ao facto de o verbo emigrar conter, já em latim, um elemento e- ou ex-, que deriva da preposição latina ex e que indica "movimento para fora", da mesma forma que o verbo imigrar contém um elemento i- ou in-, que deriva da preposição latina in e que indica "movimento para dentro".

Assim, pode dizer-se, por exemplo, que um português que vai trabalhar para o estrangeiro emigra, relativamente a Portugal (ex.: o pai dele emigrou aos 17 anos; estava a pensar emigrar para a Austrália), e imigra, relativamente ao país de acolhimento (ex.: a família imigrou e já vive neste país há uma década); da mesma forma, um estrangeiro que veio trabalhar para Portugal é imigrante neste país (ex.: os imigrantes permitem rejuvenescer a população envelhecida) e emigrante no seu país de origem (ex.: todos os meses, o emigrante envia dinheiro à família).

Como foi dito acima, qualquer um destes verbos (e ainda o verbo migrar) pode ser usado tanto para uma acção de mudança de país como de região (ex.: abandonaram o cultivo dos campos e emigraram para a cidade; imigrara vinte anos antes, vindo dos Açores).




É correcto dizer Explicações do 5º ao 12º anos?
A expressão a usar deverá ser preferencialmente explicações do 5.º ao 12.º ano.

Trata-se de uma expressão para indicar um intervalo que tem como limites o 5.º ano e o 12.º ano, em dois sintagmas nominais diferentes, com utilização da preposição de em correlação com a preposição a. A expressão será equivalente a explicações do 5.º ano ao 12.º ano, sem a elisão (usual para evitar repetição) da primeira referência a ano, pelo que, do ponto de vista lógico, não há motivo para colocar ano no plural, pois serão sempre dois sintagmas diferentes, um indicando o limite inicial e outro o limite final.

Esta dúvida surge provavelmente por analogia com outras construções em que há dois ou mais sintagmas nominais que desempenham exactamente a mesma função gramatical, nomeadamente estruturas de coordenação, copulativas (ex.: o 5.º e 6.º anos não tiveram aulas) ou disjuntivas (ex.: a ficha destina-se ao 5.º ou 6.º anos), em que os sintagmas nominais podem inclusivamente ser substituídos por um único grupo nominal ou pronome (ex.: esses anos não tiveram aulas; a ficha destina-se a ambos os anos). O mesmo tipo de substituição não pode ser feito no exemplo referido na questão colocada, pois perder-se-ia a indicação dos limites.

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Palavra do dia

con·ge·ni·al con·ge·ni·al


(con- + genial)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Conforme ao génio ou à índole de alguém ou de alguma coisa (ex.: era a rebeldia congenial da adolescência). = INERENTE

2. Próprio por natureza; que vem desde o nascimento (ex.: sentimentos congeniais; virtude congenial). = CONATO, CONGÉNITO, INATO, INGÉNITO, NATO, NATURAL

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/desvalor [consultado em 02-12-2021]