Significado de descartar-se-ma

    A forma descartar-se-mapode ser [infinitivo de descartardescartar], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de descartardescartar], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de descartardescartar], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de descartardescartar] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de descartardescartar].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    descartardescartar
    ( des·car·tar

    des·car·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Desfazer-se de (certas cartas).

    2. Deitar fora depois de usar.

    3. Não incluir como possibilidade; colocar de lado. = EXCLUIR, REJEITAR

    4. [Figurado] [Figurado] Privar de, tirar.

    verbo pronominal

    5. [Figurado] [Figurado] Desfazer-se de uma carta. = BALDAR-SE

    6. Desfazer-se (de importuno ou de coisa que não agrada). = DESEMBARAÇAR-SE

    etimologiaOrigem:des- + carta + -ar.

    Secção de palavras relacionadas

    Auxiliares de tradução

    Traduzir "descartar-se-ma" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    Silogismo sobre o qual Descartes fundou toda a sua doutrina filosófica....


    Frase de Cícero que encerra em si o germe da teoria de Descartes sobre a dúvida; esta conduz-nos à verdade, ensinando-nos a não aceitar qualquer proposição ou doutrina senão depois de cientificamente demonstrada....


    garatusa | n. f.

    Ação ou atitude para enganar....


    volte | n. m.

    Jogo no voltarete que consiste em voltar a primeira carta que fica no resto, carta que há de ser o trunfo, e à vista da qual o que faz o volte se descarta, deixando as cartas que sobejam para os seus dois parceiros....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "descartar-se-ma" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber uma palavra em português que comece com "vl"? Exemplo: Vladimir, mas não pode ser nome próprio.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?