Significado de consagre-os

    A forma consagre-ospode ser [primeira pessoa singular do presente do conjuntivo de consagrarconsagrar], [terceira pessoa singular do imperativo de consagrarconsagrar] ou [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de consagrarconsagrar].

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    consagrarconsagrar
    ( con·sa·grar

    con·sa·grar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Tornar sagrado.

    2. Oferecer à divindade.

    3. [Teologia] [Teologia] Fazer a transformação da substância do pão e do vinho na do corpo e do sangue de Jesus Cristo, na Eucaristia. = SACRAMENTAR, TRANSUBSTANCIAR

    4. [Liturgia católica] [Liturgia católica] Dizer na missa as palavras da consagração.

    5. [Figurado] [Figurado] Dedicar, votar.

    6. Sancionar.

    verbo pronominal

    7. Dedicar-se.

    etimologiaOrigem:latim tardio consacro, -are, do latim consecro, -are.

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    Esta palavra no dicionário

    Que recebeu os últimos sacramentos....


    dedicação | n. f.

    Desprendimento de si próprio em favor de outrem ou de alguma ideia....


    iconóstase | n. f.

    Espécie de grande biombo ou anteparo, com três portas e carregado de imagens, por detrás do qual o padre grego faz a consagração....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "consagre-os" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Na frase "...o nariz afilado do Sabino. (...) Fareja, fareja, hesita..." (Miguel Torga - conto "Fronteira") em que Sabino é um homem e não um animal, deve considerar-se que figura de estilo? Não é personificação, será animismo? No mesmo conto encontrei a expressão "em seco e peco". O que quer dizer?