Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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chateadochateado | adj.
masc. sing. part. pass. de chatearchatear
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cha·te·a·do cha·te·a·do
(particípio de chatear)
adjectivo
adjetivo

1. [Informal]   [Informal]  Que sente enfado, tédio (ex.: passou o domingo chateado em casa). = ABORRECIDO, CONTRARIADO, ENFADADO, ENTEDIADO, MAÇADOBEM-DISPOSTO, DISTRAÍDO, DIVERTIDO

2. [Informal]   [Informal]  Que sente irritação, agastamento (ex.: se vocês não forem, eu vou ficar muito chateada). = AGASTADO, DANADO, ENCOLERIZADO, IRRITADO, LIXADO, ZANGADO


cha·te·ar cha·te·ar - ConjugarConjugar
(chato + -ear)
verbo transitivo, intransitivo e pronominal

1. [Informal]   [Informal]  Provocar ou sentir aborrecimento, enfado (ex.: vá chatear outro; essa conversa já chateia; chateei-me porque não havia nada de interessante para fazer). = ABORRECER, ENTEDIAR, IMPORTUNAR, MAÇARAGRADAR, DISTRAIR, DIVERTIR, ESTIMULAR

verbo transitivo e pronominal

2. [Informal]   [Informal]  Provocar ou sentir irritação, agastamento (ex.: os assobios chatearam o jogador; chateou-se com o vizinho por causa das estremas). = AGASTAR, ENERVAR, EXASPERAR, IRRITAR

verbo intransitivo

3. [Brasil]   [Brasil]  Baixar-se, pondo-se de cócoras. = ACOCORAR, AGACHAR

4. [Brasil]   [Brasil]  Correr depressa e rente ao chão (o animal).

5. [Brasil, Figurado]   [Brasil, Figurado]  Humilhar-se, rebaixar-se.

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Dúvidas linguísticas


A palavra vigilidade, que tem origem na palavra vígil, tem suscitado alguma controvérsia na área em que estou envolvido. É um termo que é utilizado nalguns trabalhos de psicologia e por algumas instituições nacionais ligadas aos medicamentos (ex: INFARMED). No entanto, não encontrei a palavra nos dicionários que consultei, inclusivamente o da Priberam. Alternativamente a palavra utililizada é vigilância. Assim, gostaria de saber a vossa opinião sobre este assunto.
Também não encontrámos a palavra vigilidade registada em nenhum dos dicionários ou vocabulários consultados. No entanto, este neologismo respeita as regras de boa formação da língua portuguesa, pela adjunção do sufixo -idade ao adjectivo vígil, à semelhança de outros pares análogos (ex.: dúctil/ductilidade, eréctil/erectilidade, versátil/versatilidade). O sufixo -idade é muito produtivo na língua para formar substantivos abstractos, exprimindo frequentemente a qualidade do adjectivo de que derivam.

Neste caso, existem já os substantivos vigília e vigilância para designar a qualidade do que é vígil, o que poderá explicar a ausência de registo lexicográfico de vigilidade. Como se trata, em ambos os casos, de palavras polissémicas, o uso do neologismo parece explicar-se pela necessidade de especialização no campo da medicina, psicologia e ciências afins, mesmo se nesses campos os outros dois termos (mas principalmente vigília, que surge muitas vezes como sinónimo de estado vígil) têm ampla divulgação.




Relativamente às entradas e co- do dicionário, tenho duas dúvidas que gostaria me pudessem esclarecer:
1.ª Em que base do Acordo Ortográfico de 1990 se especifica que as contrações deixam de levar acento grave?
2.ª Se co- leva hífen antes de h, por que motivo é coabitação e não pode ser coerdeiro? Adicionalmente, creio que no Acordo Ortográfico de 1990 se estabelece que co é exceção, e não leva hífen antes de o.
Para maior clareza na nossa resposta às suas questões, mantivemos a sua numeração original:

1. Com o Acordo Ortográfico de 1990, o uso do acento grave em algumas contracções ficou mais restringido.
A Base XXIV do Acordo Ortográfico de 1945, que regia a ortografia portuguesa antes de o Acordo de 1990 entrar em vigor, admitia o acento grave na contracção da preposição a com o artigo definido ou pronome demonstrativo o (e suas flexões) e ainda “em contracções idênticas em que o primeiro elemento é uma palavra inflexiva acabada em a”. É neste contexto que se inseria o acento grave em contracções como prò (de pra, redução de para + o) ou (de ca, conjunção arcaica + o). Segundo o Acordo de 1990 (cf. Base XII), não estão previstos outros contextos para o acento grave para além da contracção da preposição a com as formas femininas do artigo ou pronome demonstrativo o (à, às) e com os demonstrativos aquele e aqueloutro e respectivas flexões (ex.: àquele, àqueloutra).

2. O prefixo co- deverá, como refere, ser seguido de hífen antes de palavra começada por h (cf. Base XVI, 1.º, a), como em co-herdeiro. A justificação para a ausência de hífen em coabitar, coabitação e derivados é o facto de estas palavras, segundo a informação etimológica à nossa disposição, derivarem directamente do latim e não se terem formado no português.

Relativamente à sua última afirmação, de facto, o prefixo co- constitui uma excepção à regra que preconiza o uso do hífen quando o segundo elemento começa pela mesma vogal em que termina o primeiro (cf. Base XVI, 1.º, b); Obs.); isto é, o prefixo co- não será seguido de hífen mesmo se o elemento seguintes começar por o (ex.: coobrigar, ao contrário de micro-ondas).

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Palavra do dia

men·su·ra·lis·ta men·su·ra·lis·ta
(mensural + -ista)
nome de dois géneros

[Música]   [Música]  Compositor musical, na Idade Média.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/chateado [consultado em 15-01-2021]