Significado de catalogar-tos

    A forma catalogar-tospode ser [infinitivo de catalogarcatalogar], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de catalogarcatalogar], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de catalogarcatalogar], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de catalogarcatalogar] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de catalogarcatalogar].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    catalogarcatalogar
    ( ca·ta·lo·gar

    ca·ta·lo·gar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Inscrever em catálogo (ex.: catalogar as últimas edições que chegaram à biblioteca).

    2. Agrupar e classificar elementos (ex.: catalogar os achados arqueológicos; catalogar espécimes da flora). = INVENTARIAR

    3. Atribuir uma classificação ou uma qualidade (ex.: catalogou-me como inadaptado; catalogaram-no de pouco inteligente). = CLASSIFICAR, ETIQUETAR, QUALIFICAR, ROTULAR

    etimologiaOrigem:catálogo + -ar.

    Secção de palavras relacionadas

    Auxiliares de tradução

    Traduzir "catalogar-tos" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    elencar | v. tr.

    Colocar em elenco ou lista (ex.: o presidente elencou os principais desafios da empresa para o próximo semestre)....


    pautar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Regrar em pauta....


    recatalogar | v. tr.

    Catalogar novamente ou fazer nova catalogação (ex.: os bibliotecários vão recatalogar o acervo)....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "catalogar-tos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Sobre a conjugação do verbo ‘trazer’, no futuro do indicativo, tenho a seguinte dúvida:
      (1) Trar-se-ão a Portugal.
      ou
      (2) Trazer-se-ão a Portugal.
      Será que a primeira hipótese está correcta? Não consigo encontrar qualquer tipo de referência, no entanto surge-me intuitivamente.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?