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capuchinha

A forma capuchinhapode ser [feminino singular de capuchinhocapuchinho] ou [nome feminino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
capuchinhacapuchinha
( ca·pu·chi·nha

ca·pu·chi·nha

)
Imagem

BotânicaBotânica

Planta herbácea trepadeira (Tropaeolum majus), da família das tropeoláceas, com folhas arredondadas, flores em forma de campânula e de cor amarela, laranja ou vermelha, originária da América do Sul. (Mais usado no plural.)


nome feminino

1. Pequena capucha.

2. [Botânica] [Botânica] Planta herbácea trepadeira (Tropaeolum majus), da família das tropeoláceas, com folhas arredondadas, flores em forma de campânula e de cor amarela, laranja ou vermelha, originária da América do Sul. (Mais usado no plural.)Imagem = CHAGA, CHAGUEIRA

3. [Botânica] [Botânica] Flor dessa planta. (Mais usado no plural.)

etimologiaOrigem etimológica:capucha + -inha, feminino de -inho.
capuchinhocapuchinho
( ca·pu·chi·nho

ca·pu·chi·nho

)


adjectivo e nome masculinoadjetivo e nome masculino

1. [Religião] [Religião] Que ou quem é membro da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, ordem religiosa franciscana reformada. = BARBADINHO, BARBONO

2. [Ornitologia] [Ornitologia] Diz-se de ou variedade de pombo.


nome masculino

3. Capuz pequeno.

etimologiaOrigem etimológica:italiano cappuccino.


Dúvidas linguísticas



A palavra vigilidade, que tem origem na palavra vígil, tem suscitado alguma controvérsia na área em que estou envolvido. É um termo que é utilizado nalguns trabalhos de psicologia e por algumas instituições nacionais ligadas aos medicamentos (ex: INFARMED). No entanto, não encontrei a palavra nos dicionários que consultei, inclusivamente o da Priberam. Alternativamente a palavra utililizada é vigilância. Assim, gostaria de saber a vossa opinião sobre este assunto.
Também não encontrámos a palavra vigilidade registada em nenhum dos dicionários ou vocabulários consultados. No entanto, este neologismo respeita as regras de boa formação da língua portuguesa, pela adjunção do sufixo -idade ao adjectivo vígil, à semelhança de outros pares análogos (ex.: dúctil/ductilidade, eréctil/erectilidade, versátil/versatilidade). O sufixo -idade é muito produtivo na língua para formar substantivos abstractos, exprimindo frequentemente a qualidade do adjectivo de que derivam.

Neste caso, existem já os substantivos vigília e vigilância para designar a qualidade do que é vígil, o que poderá explicar a ausência de registo lexicográfico de vigilidade. Como se trata, em ambos os casos, de palavras polissémicas, o uso do neologismo parece explicar-se pela necessidade de especialização no campo da medicina, psicologia e ciências afins, mesmo se nesses campos os outros dois termos (mas principalmente vigília, que surge muitas vezes como sinónimo de estado vígil) têm ampla divulgação.




Não encontro em dicionários a palavra discursante. Será aceitável como sinónimo de discursista ou discursador?
Apesar de não se encontrar em nenhum dicionário consultado, a palavra discursante está registada pelo menos em duas obras de referência, no Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado (Âncora Editora, Lisboa, 2001) e no Vocabulário Ortográfico da Academia Brasileira de Letras, mas apenas como adjectivo (ex.: O convidado discursante enganou-se) e não como substantivo (ex.: O discursante enganou-se). No entanto, a palavra discursante segue as regras de boa formação da língua portuguesa e não há motivo, a não ser a tradição lexicográfica, para não poder ser sinónimo de discursista e de discursador, seja como substantivo seja como adjectivo.