Significado de boxear-se-mos

    A forma boxear-se-mospode ser [infinitivo de boxearboxear], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de boxearboxear], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de boxearboxear], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de boxearboxear] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de boxearboxear].

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    boxearboxear
    |cs| |cs|
    ( bo·xe·ar

    bo·xe·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo e pronominal

    O mesmo que boxar.

    etimologiaOrigem:boxe + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    boxeador | adj. n. m.

    O mesmo que pugilista....


    boxar | v. intr. | v. pron.

    Praticar boxe, ser pugilista....


    boxear | v. intr. e pron.

    O mesmo que boxar....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      A palavra fim de semana, aparece em todo o lado escrita com hífen, inclusive no vosso dicionário. Contudo, quando estudei a língua portuguesa nas cadeiras da faculdade, foi-nos dado como referência um manual que nos serviu como a Bíblia da Língua Portuguesa: a Nova Gramática do Português Contemporâneo. Esta gramática de Celso Cunha e Lindley Cintra afirma na página 107 que a palavra fim de semana é um exemplo de quando os elementos justapostos conservam a sua "autonomia gráfica", tais como Idade Média e pai de família. Assim sendo, gostaria que me informassem se é correcto a utilização das duas formas, ou se a Nova Gramática já está desactualizada.