Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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bornite

bornitebornita | n. f.
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bor·ni·te bor·ni·ta


(inglês bornite, do alemão Bornit)
nome feminino

[Mineralogia]   [Mineralogia]  Sulfureto de cobre e ferro cúbico, do qual se extrai o cobre.


• Grafia no Brasil: bornita.

• Grafia no Brasil: bornita.

• Grafia em Portugal: bornite.

• Grafia em Portugal: bornite.
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Dúvidas linguísticas


Se digo "o formando", quando designo um indivíduo que está em processo de formação, poderei dizer "o associando" para designar um indivíduo que está em processo de adesão a uma associação?
Apesar de não se encontrar registada em nenhum dicionário consultado, a palavra associando encontra-se bem formada, com a junção do sufixo -ando ao verbo associar. Este sufixo é produtivo em português na formação de substantivos que designam pessoas que estão em determinado processo (ex.: educando = pessoa no processo de se educar; formando = pessoa no processo de se formar), pelo que não se pode apontar nenhuma incorrecção à palavra associando para designar a pessoa no processo de se associar (ex.: o associando aguarda a conclusão do processo de candidatura).



Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.
A defectividade de determinados verbos sempre foi objecto de discussão entre linguistas e gramáticos, uma vez que, apesar de alguns serem considerados defectivos em determinadas acepções, o uso das restantes formas que não fazem parte do paradigma defectivo é sempre possível em determinados contextos. Os outros casos que refere como sendo também possíveis de utilização normativa futura são consensuais entre os gramáticos quanto à sua incorrecção, não gerando qualquer discórdia a nível semântico, lexical ou sintáctico. A justificação apresentada na resposta quer apenas indicar que, enquanto até há pouco tempo os dicionários de língua e de conjugação registavam alguns verbos como defectivos, existem obras que actualmente conjugam os mesmos verbos em todas as pessoas, fazendo a indicação da sua defectividade nas gramáticas tradicionais.

O Vocabulário de Rebelo Gonçalves, apesar de editado em 1966, continua a ser a referência para a elaboração de obras lexicográficas e para o esclarecimento de muitas dúvidas. Enquanto não sair do prelo a nova edição revista do Vocabulário de Rebelo Gonçalves ou um novo elaborado pela Academia das Ciências de Lisboa que venha a ser reconhecidamente a referência lexicográfica para o Português europeu, aquele continuará a ser a base por excelência para a elaboração de dicionários e para a resolução de dúvidas lexicais (para a norma europeia do Português).

Ao contrário do que refere, a última reforma ortográfica não data de 1973, uma vez que a lei promulgada nesse ano em Portugal é apenas uma revisão e simplificação de determinados pontos do acordo ortográfico de 1945, que o Brasil não ratificou.

Quanto à flexão acentuada graficamente do verbo adequar no pretérito perfeito do indicativo (adequámos), o paradigma dos verbos regulares da 1.ª conjugação prevê, em Portugal e não no Brasil, que se acentue as formas da primeira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo (que em Portugal se pronunciam com a aberto) para se distinguir das formas do presente do indicativo (que em Portugal se pronunciam com a fechado): comprámos/compramos, lavámos/lavamos, registámos/registamos, etc. Portanto, a conjugação apresentada no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa está de acordo com o estabelecido no acordo ortográfico em vigor em Portugal.

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Palavra do dia

a·za·bum·bar a·za·bum·bar

- ConjugarConjugar

(a- + zabumba + -ar)
verbo intransitivo

1. Tocar zabumba ou tambor. = ZABUMBAR

2. Perder a capacidade de falar ou de responder. = ATRAPALHAR-SE, EMBATOCAR, EMBATUCAR, PASMAR

verbo transitivo

3. Bater como em zabumba.

4. Causar perturbação dos sentidos. = ATORDOAR, ATURDIR

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/bornite [consultado em 27-02-2021]