Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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bioenergia

bioenergiabioenergia | n. f.
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bi·o·e·ner·gi·a bi·o·e·ner·gi·a


nome feminino

1. Energia renovável obtida por transformação química da biomassa.

2. [Psicologia]   [Psicologia]  Prática inspirada das teorias de W. Reich (1897-1957) e que visa restaurar o equilíbrio psicossomático pela libertação dos fluxos energéticos (libido, etc.).

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Dúvidas linguísticas


Gostaria de saber se alguma das seguintes frases está incorrecta: 1. O carro podê-lo-ia ter atropelado; 2. O carro poderia tê-lo atropelado.
Por favor, consulte uma dúvida muito semelhante em mesóclise e verbos auxiliares. Especificamente sobre este exemplo, deve dizer-se que o pronome pessoal átono (ou clítico) o é normalmente colocado em posição enclítica (isto é, depois do verbo) relativamente ao verbo principal (ex.: poderia atropelá-lo), do qual depende semanticamente. No caso da frase em análise, trata-se de um tempo composto, construído com o verbo auxiliar ter e o particípio passado do verbo atropelar, pelo que o pronome é colocado em posição enclítica relativamente ao verbo auxiliar (ex.: poderia tê-lo atropelado).
Esta é a posição mais consensual e menos polémica, mas há verbos, como poder, cujo comportamento se aproxima do de um verbo auxiliar e esse comportamento torna aceitável a posição enclítica relativamente a este verbo. Se se tratar do modo condicional ou do futuro do indicativo, o pronome terá de ser mesoclítico, isto é, deverá ocorrer no meio da forma verbal (ex.: podê-lo-ia atropelar, podê-lo-á atropelar). Se houver outro verbo auxiliar na locução verbal, como na frase em apreço, a mesóclise no verbo poder é também possível, embora de aceitação menos generalizada (ex.: podê-lo-ia ter atropelado).

Adicionalmente, e porque os clíticos correspondem a uma questão complexa, poderá pesquisar, na caixa de pesquisa das dúvidas linguísticas, o tópico clíticos ou o tópico pronomes.




Qual das expressões é a mais correcta? - "É suposto que o cão regresse a casa"; - "Supõe-se que o cão regresse a casa"; - "É suposto o cão regressar a casa"
Não há nenhum motivo para considerar mais correcta nenhuma das expressões referidas, pois trata-se de três estruturas possíveis.
Na primeira (é suposto que o cão regresse a casa) e na terceira (é suposto o cão regressar a casa), o sujeito frásico seleccionado pelo verbo supor na voz passiva é, respectivamente, uma frase completiva finita (que o cão regresse a casa) ou não finita (o cão regressar a casa), sendo ambos os sujeitos pronominalizáveis por isso (isso é suposto [por mim]). Na segunda frase (supõe-se que o cão regresse a casa), o verbo supor está na voz activa, sendo o sujeito o pronome se e o complemento directo a frase que o cão regresse a casa. Em frases com o verbo supor na voz activa, é também possível o uso de orações completivas não finitas como objecto directo, ainda que menos usuais (ex.: supõe-se o cão regressar a casa).

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Palavra do dia

zur·va·da zur·va·da


(origem obscura)
nome feminino

[Portugal: Trás-os-Montes]   [Portugal: Trás-os-Montes]  Forte aguaceiro. = BÁTEGA, CHUVADA, ZERBADA, ZURBADA, ZURVANADA

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/bioenergia [consultado em 26-02-2021]