Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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autovacina

autovacinaautovacina | n. f.
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au·to·va·ci·na au·to·va·ci·na


nome feminino

Vacina cujo soro é extraído da própria pessoa a vacinar.

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Todo povo paraguaio pode prevenir-se com a auto-hemoterapia, a autovacina ..

Em auto-hemoterapia.blogs.sapo.tl

me tratei. A palavra, quando mal interpretada, conduz aos erros, porque furúnculos não se raspam. Em 1950, colheram o material excretado pela boca dos furúnculos e o laboratório produziu uma auto-vacina , a qual tomei e os furúnculos desapareceram. Ela disse e sorriu porque não deixou que a filha

Em frasesemcompromisso.blogs.sapo.pt

Antes, essa pequena quantidade funciona como uma autovacina ..

Em as-medicinas-alternativas.blogs.sapo.pt

Todo povo paraguaio pode prevenir-se com a auto-hemoterapia, a autovacina ..

Em auto-hemoterapia.blogs.sapo.tl

-hemoterapia representa um novo método para tratamento e cura do Diabetes Mellitus 2, pela auto-negativação de anticorpos, atuando como auto-vacina ao estimular o sistema auto-imune. Para STAUBACH, (2006) a auto-hemoterapia, é promissora e potencialmente curativa e mais uma opção terapêutica, além de seguro, outro

Em auto-hemoterapia.blogs.sapo.pt
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Dúvidas linguísticas


O verbo intervir conjuga-se da mesma forma que o verbo vir? Sendo assim, qual é o seu particípio passado (caso tenha)?
O verbo intervir conjuga-se como o verbo vir, com a particularidade de se grafar com acento agudo na segunda e terceira pessoas do presente do indicativo (intervéns, intervém); esta particularidade é comum a todos os outros verbos derivados de vir ou do verbo latino venire (são os casos, por exemplo, de advir, avir, convir, desconvir, devir, provir, sobrevir). O particípio passado destes verbos também segue o paradigma de vir/vindo, sendo então intervindo o particípio passado de intervir (ex.: tinha intervindo brilhantemente no debate). Poderá esclarecer esta e outras dúvidas de conjugação seguindo a hiperligação para o verbo intervir no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa e clicando em seguida na opção Conjugar que se encontra imediatamente acima da definição do verbo.



Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.
As frases de 1) a 5) apresentam diferentes construções de comparativos relativos de superioridade e de inferioridade.

Em português, é possível formar os graus comparativos de superioridade e de inferioridade dos adjectivos usando os advérbios mais e menos seguidos da locução do que (ex.: o castelo é mais antigo do que a igreja; a igreja é menos antiga do que o castelo), podendo haver omissão da contracção da preposição de com o pronome demonstrativo invariável o (ex.: o castelo é mais antigo que a igreja; a igreja é menos antiga que o castelo). Esta construção aplica-se às frases apontadas em 1), 2) e 4).

Na frase 3) está presente um comparativo de superioridade relativo a um substantivo (ex.: nós compramos mais livros [do] que vendemos), sendo nesse caso a palavra mais um determinante indefinido.

Relativamente às frases em 5), trata-se de uma comparação (de superioridade) de quantidade relativamente a um numeral (um). Neste tipo de comparação é possível uma construção análoga àquela usada para exprimir o grau comparativo do adjectivo, isto é, a estrutura mais (do) que seguida do numeral e de um substantivo, como nas frases 5c) e 5d). Alternativamente, é possível ainda utilizar as construções presentes em 5a) e 5b), que correspondem à locução comparativa mais de seguida de numeral e que diferem apenas na contracção (de + um = dum).

Para além destas quatro construções comparativas, é ainda possível estabelecer comparativos antes de verbos (ex.: consegue ver mais ao longe [do] que ao perto), de advérbios (ex.: põe esse quadro mais acima [do] que este) ou de preposições (ex.: o gato passa mais por aqui [do] que por ali).

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Palavra do dia

ban·ga·la·fu·men·ga ban·ga·la·fu·men·ga


(origem duvidosa)
nome masculino

[Brasil: Nordeste, Depreciativo]   [Brasil: Nordeste, Depreciativo]  Indivíduo sem valor, sem préstimo. = JOÃO-NINGUÉM, ZÉ-NINGUÉM

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/autovacina [consultado em 03-08-2021]