Significado de assistiu-se-nos

    A forma assistiu-se-nosé [terceira pessoa singular do pretérito perfeito do indicativo de assistirassistir].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    assistirassistir
    ( as·sis·tir

    as·sis·tir

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Estar presente; ser testemunha ou espetador. = PRESENCIAR

    2. Estar presente para auxiliar ou acompanhar. = AJUDAR, SOCORRER

    3. Cooperar, auxiliar.

    4. Patrocinar.

    5. [Desporto] [Esporte] Passar a bola a um jogador que está bem posicionado para marcar golo.

    6. [Pouco usado] [Pouco usado] Permanecer em determinado lugar durante algum tempo. = HABITAR, MORAR

    etimologiaOrigem:latim assisto, -ere, colocar-se junto de, parar junto de, estar de pé, estar presente.

    Secção de palavras relacionadas

    ícone do dicionárioVer também resposta à dúvida: regência do verbo assistir.

    Auxiliares de tradução

    Traduzir "assistiu-se-nos" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    assistido | adj.

    Ajudado, socorrido, acompanhado, acolitado....


    Que já se designou; designado acima (ex.: o advogado providenciará a comparência da parte que assiste na supradesignada audiência)....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "assistiu-se-nos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?