Significado de anuímos-no-los

    A forma anuímos-no-lospode ser [primeira pessoa plural do presente do indicativo de anuiranuir] ou [primeira pessoa plural do pretérito perfeito do indicativo de anuiranuir].

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    anuiranuir
    |u-í| |u-í|
    ( a·nu·ir

    a·nu·ir

    )
    Conjugação:irregular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    Estar de acordo, dar anuência a (ex.: o chefe anuiu; anuir ao desejo dos filhos). = APROVAR, ASSENTIR, CONCORDAR, CONSENTIR ≠ NEGAR, RECUSAR

    etimologiaOrigem:latim annuo, -ere, fazer sinal com a cabeça, aprovar.

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    Esta palavra no dicionário

    sim | adv. | n. m.

    Exprime afirmação, consentimento, anuência....


    orçamento | n. m.

    Conjunto das receitas e das despesas de um particular, de uma família, de um grupo, de uma empresa, de uma coletividade....


    anuição | n. f.

    Ato ou efeito de anuir ou estar de acordo....


    parietária | n. f.

    Género de plantas herbáceas da família das urticáceas, anuais ou perenes, geralmente pubescentes, com folhas alternas e pecioladas, inflorescências poligâmicas e flores hermafroditas....


    anuência | n. f.

    Ato ou efeito de anuir ou estar de acordo....


    Histórico de pesquisas

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      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
      Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?