Significado de aconselho-lhes

    A forma aconselho-lhesé [primeira pessoa singular do presente do indicativo de aconselharaconselhar].

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    aconselharaconselhar
    ( a·con·se·lhar

    a·con·se·lhar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo, intransitivo e pronominal

    1. Dar ou pedir conselho a (ex.: a função dele é aconselhar; o médico aconselhava os doentes; aconselhou a amiga a fazer terapia; precisava de se aconselhar com um advogado).

    verbo transitivo

    2. Procurar persuadir ou advertir; fazer recomendação (ex.: aconselhou atenção e vigilância; a professora aconselha muito estudo aos alunos). = RECOMENDAR

    verbo pronominal

    3. Trocar ideias ou opiniões para chegar a uma conclusão (ex.: a equipa aconselha-se em reunião semanal).

    etimologiaOrigem:a- + conselho + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    Não aconselhado nem forçado; feito ou dito de livre vontade....


    pré-matrimonial | adj. 2 g.

    Que acontece antes do casamento ou é relativo ao período antes do casamento (ex.: aconselhamento pré-matrimonial)....


    Provérbio que aconselha a não despertar ódios ou dissensões adormecidas....


    Segundo aconselha Santo Ambrósio, devemo-nos conformar com os costumes do país em que nos achamos; equivalente a "por onde vás, assim como vires, assim farás"....


    Máxima dos estoicos atribuída a Epicteto, aconselhando resignação no infortúnio e abstenção de todos os prazeres que podem prejudicar a liberdade moral....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "aconselho-lhes" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Qual o substantivo da família de estancar? No dicionário surge estancamento, no entanto encontro vários textos técnicos que referem estanqueidade. E estanquicidade, é a mesma coisa?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?