Significado de VENDÊRAMOS-TO

    A forma VENDÊRAMOS-TOé [primeira pessoa plural do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de vendervender].

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    vendervender
    |ê| |ê|
    ( ven·der

    ven·der

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Ceder, mediante preço convencionado (ex.: ainda não vendeu a casa). = ALIENAR

    2. Fazer negócio em determinado ramo; ser vendedor de (ex.: começou a carreira a vender enciclopédias; ele vende casas). = COMERCIAR, NEGOCIAR

    3. Trair ou denunciar por interesse.

    4. Convencer a aceitar ou a adotar (ex.: ele vende bem a sua ideia).

    5. Ter ou mostrar em abundância (ex.: ele vende saúde; vendia boa disposição).

    verbo intransitivo e pronominal

    6. Ter sucesso comercial (ex.: estes livros vendem bem; o filme não vendeu).

    verbo pronominal

    7. Alienar a sua liberdade por certo preço.

    8. Praticar, por interesse, atos indignos.

    etimologiaOrigem:latim vendo, -ere.

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    ícone do dicionárioVer também resposta à dúvida: Diz-se "vendem-se casas" ou "vende-se casas"?.

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    Esta palavra no dicionário

    atabernado | adj.

    Que apresenta aspeto de taberna....


    Que vende frandulagem; que faz parte de uma frandulagem....


    garantido | adj.

    Afiançado; cuja boa qualidade é afiançada, sob pena de rescisão do contrato de venda....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "VENDÊRAMOS-TO" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Considero de extrema valia o site da Priberam. Tem me sido útil e o consulto com freqüência. O trabalho feito é realmente de qualidade. Gostaria de aproveitar a ocasião e questionar a respeito da palavra infungível, que consultei no site e embora conste que a palavra existe, não consegui obter seu significado. Agradeço a atenção e gostaria, se fosse possível, obter o significado desta palavra.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?