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    vindimava-ma

    galelo | n. m.

    Gomo de citrino....


    Vendemiário | n. m.

    Primeiro mês do calendário da primeira República Francesa (de cerca de 22 de setembro a 21 de outubro)....


    adiafa | n. f.

    Refeição dada aos trabalhadores depois de concluída a vindima....


    garulha | n. f.

    Totalidade do vinho de uma vindima....


    roga | n. f.

    Conjunto de pessoas que vão rogadas para a vindima (ex.: as rogas pernoitavam nos cardanhos)....


    uva | n. f.

    O fruto da videira....


    poceiro | n. m.

    Cavador de poços ou poças....


    Vindemiário | n. m.

    Primeiro mês do calendário da primeira República Francesa (de cerca de 22 de setembro a 21 de outubro)....


    vindima | n. f.

    Colheita de uvas....


    alacir | n. m.

    Suco da uva ou da azeitona espremida....


    vindimeiro | adj. n. m.

    Que ou quem faz a vindima....


    espoldrar | v. tr.

    Podar segunda vez ou desramar após a vindima (a videira)....


    vindimar | v. tr.

    Colher as uvas de; fazer a vindima de....


    vindimo | adj. | n. m.

    Que vem ou sucede no tempo da vindima....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase "o cão rosnou "entre dentes", escreve-se "entre dentes" ou "entredentes" ou "entre-dentes"? No dicionário da Porto Editora encontrei "entredente" a referir-se a engrenagens dentadas. De resto parece-me que a opção correcta é "entre dentes".


    Muitas vezes em poesia é usada a forma sincopada pra escrita como p'ra. No entanto o Acordo Ortográfico de 1945 indica que não se deve usar o apóstrofo neste caso. Existem excepções relativamente à poesia? Por outro lado, a forma correcta de, em poesia, abreviar para + a (numa frase como por exemplo horas de ir para a cama) é prà?