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    vibrando-mo

    sonoro | adj.

    Que produz ou é capaz de produzir sons....


    altura | n. f. | n. f. pl.

    Dimensão de alto a baixo....


    palanestesia | n. f.

    Abolição da sensibilidade tátil às vibrações....


    palestesia | n. f.

    Sensibilidade às vibrações....


    pénula | n. f.

    Pena com que no século XIII os jograis tocavam cítara e com que, na Antiguidade, se faziam vibrar outros instrumentos....


    sismógrafo | n. m.

    Instrumento que mede a vibrações produzidas pelos tremores de terra....


    estalo | n. m.

    Ruído do vidro que se racha, do chicote que vibra, do trovão, etc....


    ondulação | n. f.

    Movimento do que ondula ou descreve linhas paralelas ou curvas concêntricas....


    suspensão | n. f.

    Ato ou efeito de suspender....


    Dispositivo rotativo, geralmente composto por um disco ou cilindro com buracos à volta da circunferência, que permite visualizar uma sequência de imagens fixas dando a ilusão de movimento....


    audiofone | n. m.

    Aparelho acústico que permite aos surdos receber as vibrações sonoras através das paredes ósseas do labirinto....


    fonocaptor | n. m.

    Aparelho que transforma as vibrações acústicas da agulha de um fonógrafo em tensões elétricas e as transmite a um altifalante....


    fonografia | n. f.

    Representação dos sons das palavras....


    microfone | n. m.

    Instrumento que transforma as vibrações sonoras em oscilações elétricas, o que permite a ampliação de sons. (Também se diz, abreviadamente, micro.)...


    tantã | n. m.

    Chapa circular de metal, suspensa verticalmente, que se percute no meio da sua parte convexa para obter um som estridente e cavernoso que se vai apagando lentamente em longas vibrações....



    Dúvidas linguísticas


    O verbo atender é transitivo direto, indireto ou direto e indireto? Atender algo a alguém?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?