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    triangulas

    deltocarpo | adj.

    Que tem frutos triangulares....


    nacho | adj.

    De nariz achatado....


    cheleira | n. m.

    Compartimento triangular onde se empilham as balas ao lado das peças....


    furão | n. m.

    Mamífero carnívoro (Mustela putorius furo), da família dos mustelídeos, de corpo longo e delgado, patas curtas, cabeça triangular, orelhas curtas e arredondadas, cauda e pelagem fofas, usado como auxiliar em certas caçadas para fazer sair os coelhos das tocas e, mais recentemente, como animal de estimação....


    galhardete | n. m.

    Bandeira farpada no alto dos mastros, para adorno ou sinal....


    icosaedro | n. m.

    Poliedro de vinte faces triangulares....


    púbis | n. f. ou m. 2 núm.

    Eminência triangular, na extremidade inferior do baixo-ventre, que se cobre de pelos ao começar a puberdade....


    saltério | n. m.

    Antigo instrumento musical de cordas....


    trígone | n. f.

    Lira grega, quase em forma triangular....


    tripó | n. m.

    Tripeça com assento triangular de couro e os pés unidos....


    xilreu | n. m.

    Pequena rede triangular usada no Algarve, para a pesca de chocos, lulas, etc....


    colherim | n. m.

    Instrumento metálico achatado, de forma triangular, que se liga a um cabo, usado por pedreiros e estucadores e em escavações arqueológicas....


    bandana | n. f.

    Lenço ou tecido triangular ou quadrangular, atado e usado como adorno na cabeça....


    caro | adj. | adv. | n. m.

    Que custa mais dinheiro que aquele que se pode ou se quer gastar....


    cúneo | n. m.

    Cofre ou caixa de joias....


    perchina | n. f.

    Porção de abóbada de forma triangular que ajuda a sustentar a abóbada de uma meia-laranja....


    ranheta | n. f. | n. 2 g.

    Entalhe triangular que se faz no tronco do pinheiro para extração da resina....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
    Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?