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    sucedeis-mo

    fortuito | adj.

    Que sucede inopinada e casualmente....


    noturnal | adj. 2 g.

    Relativo à noite....


    pós-escolar | adj. 2 g.

    Que sucede ou aparece depois do período da escolaridade....


    recente | adj. 2 g.

    Que tem pouco tempo (ex.: tecnologia recente)....


    remoto | adj.

    Que sucedeu há muito tempo....


    rotativo | adj.

    Que roda ou faz rodar....


    sucessivo | adj.

    Que sucede sem interrupção....


    tempestivo | adj.

    Que vem ou sucede no tempo próprio....


    ulterior | adj. 2 g.

    Que vem depois, que sucede depois (por oposição a anterior)....


    núpero | adj.

    Que tem pouco tempo; sucedido há pouco....


    Que não sucede ou aparece com intervalos regulares....


    Custe o que custar; suceda o que suceder....


    extracampo | adj. 2 g. 2 núm.

    Que sucede fora do campo de futebol....


    extragramado | adj. 2 g. 2 núm.

    Que sucede fora do campo de futebol....


    sucedente | adj. 2 g.

    Que sucede ou que vem depois (ex.: casa astrológica sucedente; período sucedente)....




    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se existe registo da palavra "esmandrigado" com o significado de mal arranjado, mal pronto, e como é a real grafia da palavra. Usei-a muito na minha infância na cidade do Porto e ainda a uso. Será uso indevido??


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?