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    subvertimento

    subversão | n. f.

    Ato ou efeito de subverter....


    subversor | adj. n. m.

    Que ou aquele que subverte....


    subversivo | adj. | adj. n. m.

    Que subverte; que tende a subverter....


    perverter | v. tr. e pron. | v. pron.

    Perturbar ou perturbar-se a ordem ou o estado das coisas....


    subverter | v. tr. | v. pron.

    Voltar de baixo para cima; revolver....


    Que não subverte; que não pretende ou não tende a causar subversão....


    everter | v. tr.

    Provocar destruição ou ruína....


    fulminar | v. tr. | v. intr.

    Lançar raios contra ou sobre....


    sorver | v. tr. | v. pron.

    Beber aos sorvos ou aos poucos; beber lentamente....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?