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    substituto

    coadjutor | adj. | n. m.

    Substituto de prior ou prelado no exercício das suas funções....


    proposto | adj. | n. m.

    Pessoa que outro escolhe e paga para o substituir no seu cargo, conservando, porém, a responsabilidade dos atos do seu substituto....


    subsíndico | n. m.

    Imediato ou substituto do síndico....


    ersatz | n. m.

    Coisa que pode substituir outra....


    expromissão | n. f.

    Ato através do qual alguém se apresenta ao credor de uma dívida como substituto do devedor....


    Aquele que está abaixo do comandante ou que é substituto dele....


    subdelegado | n. m.

    Funcionário imediato ao delegado ou substituto deste....


    substituto | n. m. | adj.

    Pessoa que faz as vezes de outra....


    suplente | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou pessoa que supre a falta de outro; substituto....


    revezador | adj. n. m.

    Que ou aquele que substitui outro por vez ou turno; substituto....


    assessor | adj. n. m. | n. m.

    Juiz substituto....


    duplo | quant. num. mult. | adj. | n. m.

    Que contém o dobro....


    Funcionário imediatamente inferior ao comissário ou substituto dele....


    Aquele que temporariamente desempenha as funções do seu superior ou que fica provisoriamente no lugar de outrem....


    subdiretor | n. m.

    Imediato ou substituto do diretor....




    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se escrever ou dizer o termo deve de ser é correcto? Eu penso que não é correcto, uma vez que neste caso deverá dizer-se ou escrever deverá ser... Vejo muitas pessoas a usarem este tipo de linguagem no seu dia-a-dia e penso que isto seja uma espécie de calão, mas já com grande influência no vocabulário dos portugueses em geral.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?