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    requerer-vos

    No momento em que o processo vai começar (ex.: apresentar um requerimento in limine litis)....


    audaz | adj. 2 g.

    Que tem audácia ou impulso para realizar atos difíceis ou perigosos (ex.: jogador audaz)....


    diluente | adj. 2 g. | n. m.

    Que dilui....


    provará | n. m.

    Cada um dos artigos ou argumentos em que se desenvolve um libelo ou requerimento inicial de causa ordinária....


    requisito | n. m. | adj.

    Coisa necessária e indispensável....


    suplicado | adj. | n. m.

    Que se suplicou....


    apoiamento | n. m.

    Ato ou efeito de apoiar ou de se apoiar (ex.: o requerimento tem o apoiamento de vários deputados)....


    embargo | n. m. | n. m. pl.

    Obstáculo; estorvo; apreensão....


    ementa | n. f.

    Breve apontamento para lembrança....


    epispasmo | n. m.

    Inspiração difícil ou que requer muito esforço....


    cacife | n. m.

    Quantia mínima para entrar num jogo de apostas....


    impetrado | adj. | n. m.

    Que se impetrou....


    esporte | n. m. | adj. 2 g. 2 núm.

    Prática regular de uma atividade que requer exercício corporal e que obedece a determinadas regras, para lazer, para desenvolvimento físico ou para demonstrar agilidade, destreza ou força (ex.: esporte escolar; fazer esporte; praticar esporte)....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.