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    relevo

    Em que há ilusão de relevo ou profundidade....


    desculpado | adj.

    Absolvido da culpa; relevado....


    floretado | adj.

    Diz-se do vidro que tem quaisquer relevos que lhe impedem a transparência....


    Que representa um terreno sem ter em conta relevo, ângulos ou diferenças de nível (ex.: mapa planimétrico)....


    recamado | adj.

    Bordado a relevo; ornamentado....


    Que representa um terreno tendo em conta relevo, ângulos ou diferenças de nível (ex.: mapa altimétrico)....


    altibaixa | n. f.

    Relevo em tapeçaria de couro....


    batimetria | n. f.

    Medição da profundidade e do relevo do fundo de mares, rios ou lagos....


    orometria | n. f.

    Medida do relevo do solo....


    relevado | adj. | n. m.

    Saliência, relevo....


    relevante | adj. 2 g. | n. m.

    Que releva....


    relevo | n. m.

    Ato ou efeito de relevar....


    mesomorfia | n. f.

    Tipo de classificação do corpo humano com uma estrutura física tendencialmente caracterizada pelo relevo muscular....


    ressalto | n. m.

    Saliência, relevo, proeminência....


    anáglifo | n. m.

    Obra esculpida ou cinzelada em relevo....


    Processo de sinais gráficos em relevo, para a leitura dos cegos....


    acidentado | adj. | n. m.

    Que tem acidentes, saliências, irregularidades (ex.: relevo acidentado)....


    braille | n. m. | adj. 2 g. 2 núm.

    Processo de escrita em relevo, criado pelo pedagogista Braille (1809-1852), para ensinar os cegos a ler e escrever....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase "o cão rosnou "entre dentes", escreve-se "entre dentes" ou "entredentes" ou "entre-dentes"? No dicionário da Porto Editora encontrei "entredente" a referir-se a engrenagens dentadas. De resto parece-me que a opção correcta é "entre dentes".


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?