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Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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Pesquisa por "rectangular" nas definições

quadricular | v. tr. | adj. 2 g.
    Dividido em quadrículos ou figuras rectangulares....

rectangular | adj. 2 g.
    Diz-se da figura cujos ângulos são rectos....

almofada | n. f.
    Adorno, geralmente rectangular, que sobressai na madeira das portas, de armários, na pedra das lápides, etc....

bandeira | n. f.
    Pedaço de tecido, geralmente rectangular, cuja cor ou combinação de cores ou de figuras serve de distintivo a país, região, entidade, organização, etc., ou simplesmente para comunicar ao longe sinais convencionais....

caldeiro | n. m. | adj.
    Bacia rectangular onde se faz a evaporação da água nas salinas....

futebol | n. m.
    Jogo que consiste numa mesa rectangular onde estão representados futebolistas fixos em barras móveis que os jogadores devem movimentar de maneira a inserir uma pequena bola na baliza do adversário. (Equivalente no português de Portugal: matraquilhos.)...

galeão | n. m.
    Peça rectangular de madeira, com rebordo em dois lados contíguos, na qual o tipógrafo coloca as linhas que formou no componedor....

ladrilho | n. m.
    Peça quadrada ou rectangular de barro cozido que serve geralmente para revestir pavimentos....

padiola | n. f.
    Tabuleiro rectangular, com um braço em cada canto, e destinado para transportes....

perfil | n. m.
    Barra obtida por um processo metalúrgico ou industrial, de secção transversal com diferentes formas possíveis (ex.: perfil rectangular)....

pendão | n. m.
    Pedaço de tecido, geralmente rectangular, cuja cor ou combinação de cores ou de figuras serve de distintivo a país, região, entidade, organização, etc....

quadriculado | adj. | n. m.
    Dividido em quadrículos ou figuras rectangulares....

sabão | n. m.
    Sabão, geralmente fabricado em barras rectangulares azuis e brancas, usado para higiene e limpeza....

tripa | n. f.
    Doce feito de massa de bolacha americana, recheado de ovos moles, chocolate ou compota e dobrado de forma rectangular, típico da região de Aveiro....

matrecos | n. m. pl.
    Jogo que consiste numa mesa rectangular onde estão representados futebolistas fixos em barras móveis que os jogadores devem movimentar de maneira a inserir uma pequena bola na baliza do adversário. (Equivalentes no português do Brasil: futebol totó, pebolim, totó.)...

pebolim | n. m.
    Jogo que consiste numa mesa rectangular onde estão representados futebolistas fixos em barras móveis que os jogadores devem movimentar de maneira a inserir uma pequena bola na baliza do adversário. (Equivalente no português de Portugal: matraquilhos.)...

cavalo-de-pau | n. m.
    Aparelho de ginástica destinado a saltos, que consiste num corpo de forma rectangular ou oval, estofado ou forrado a couro, assente sobre quatro pés extensíveis....

marquesa | n. f.
    Espécie de mesa alta, rectangular, onde os clientes ou pacientes se deitam para serem tratados ou examinados....

tacaniça | n. f.
    Cada um dos lanços triangulares laterais do telhado, em telhados de quatro águas com planta rectangular, por oposição à água-mestra....

Dúvidas linguísticas


Gostaria de saber se a palavra meta informação leva hífen ou não, dado que meta termina em vogal e informação começa igualmente por vogal.
A palavra metainformação deverá ser escrita sem hífen e sem espaço entre os elementos que a compõem. O novo Acordo Ortográfico não altera a grafia desta palavra.

Com o Acordo de 1990, há, no entanto, uma alteração ortográfica que afecta este elemento meta-.
Segundo a interpretação do Acordo de 1945 de Rebelo Gonçalves, que é uma referência incontornável para a lexicografia portuguesa, este elemento prefixal não deve ser seguido de hífen em nenhuma circunstância (ex.: metacromatismo, metassíncrise).
Segundo o Acordo Ortográfico de 1990, na Base XVI, o prefixo meta- deverá ser seguido de hífen apenas se a palavra seguinte começar pela mesma vogal em que termina, isto é, por a (ex.: meta-análise), ou por h (ex.: meta-história).




Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?
A Priberam Informática não pretende responder especificamente a perguntas do Campeonato Nacional da Língua Portuguesa, mas apenas a dúvidas linguísticas que lhe são colocadas e que são consideradas pertinentes, sendo as respostas redigidas tendo em conta a clareza e a concisão para os utilizadores.

As concordâncias são um caso problemático no português, como deixam claro Telmo Móia e João Peres no capítulo 7 de Áreas Críticas do Português (Caminho, 1995), e o caso em questão, aquele grupo de jovens, parece fazer parte de um conjunto de expressões formadas por um nome (como grupo ou conjunto) que, combinado com outro, “permitem referir colecções de objectos, sem as quantificarem” (Móia e Peres, p. 471). Esta reflexão parece mostrar que este grupo difere um pouco das expressões partitivas (como parte, porção ou maioria) que referem Celso Cunha e Lindley Cintra na Nova Gramática do Português Contemporâneo (Edições João Sá da Costa, 1998, p. 496). No entanto, tanto num caso como noutro, a construção mais neutra deveria corresponder a uma unidade, ao todo, isto é, pegando no texto de Cunha e Cintra ("Deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo."), o plural parece ser uma maneira de modalizar o discurso, dando-lhe um matiz menos neutro, enfatizando, na unidade, os seus elementos constituintes. Vemos como estas construções são problemáticas quando comparadas, por exemplo, com um grupo nominal como carro das mercadorias, onde não hesitaríamos (ou hesitaríamos menos) em identificá-lo como uma unidade, com a correspondente flexão do verbo que se lhe seguisse (O carro das mercadorias entrou na rua). Por este motivo reiteramos as nossas observações da resposta concordâncias (I).

No que diz respeito à concordância do pronome pessoal os em Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontrou perto da discoteca, onde o Diogo os aguardava, pode dizer-se que, sendo um pronome pessoal, deve concordar com o seu antecedente, mas este antecedente não tem necessariamente de ser o sujeito da frase. Retomando um exemplo acima (O carro das mercadorias entrou na rua) podemos adaptá-lo a uma construção afim em que a concordância é possível com qualquer dos antecedentes (O carro das mercadorias entrou na rua, onde o comerciante as/o aguardava). São estas concordâncias possíveis com mais de um antecedente que por vezes tornam as frases ambíguas.

Relativamente à sua questão sobre onde e aonde, por favor consulte a resposta onde / aonde.

Sem qualquer crítica ao referido campeonato, podemos no entanto observar que a maioria das questões problemáticas da língua não se adequa a respostas apenas com dois valores, como sim/não ou correcto/incorrecto, pois contém uma complexidade que as ultrapassa.

Palavra do dia

pro·pri·a·gem pro·pri·a·gem


(redução de apropriagem)
nome feminino

1. [Chapelaria]   [Chapelaria]  Trabalho de acabamento do chapéu, depois da preparação do feltro ou da tintura. = APROPRIAGEM

2. [Chapelaria]   [Chapelaria]  Oficina onde se preparam chapéus.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/Pesquisar/rectangular [consultado em 27-01-2022]