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    prorrogar

    Que prorroga ou que serve para prorrogar; que origina prorrogação ou prolongamento....


    moratória | n. f.

    Espera ou prorrogação concedida pelo credor ao devedor....


    prorroga | n. f.

    Ato ou efeito de prorrogar....


    antecipar | v. tr. | v. pron.

    Fazer suceder antes do tempo devido ou determinado....


    postecipar | v. tr.

    Transferir para uma data posterior (ex.: acusou o governo de antecipar impostos e postecipar pagamentos)....


    prorrogar | v. tr.

    Tornar mais longo (ex.: prorrogar o prazo estabelecido)....


    protelar | v. tr.

    Transferir para uma data posterior....


    improrrogável | adj. 2 g.

    Que se não pode prorrogar nem dilatar....


    Que prorroga ou que serve para prorrogar; que origina prorrogação ou prolongamento....


    prórroga | n. f.

    O mesmo que prorrogação....


    adiamento | n. m.

    Ato ou efeito de adiar....


    indúcias | n. f. pl.

    Cessação temporária de hostilidades entre beligerantes....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Inseri, no vosso corrector ortográfico, a palavra “desejante” que, há tempos, vi escrita, erradamente, em vez do adjectivo “desejoso”. Para surpresa minha, o citado corrector, no português de Portugal, não acusa o erro.