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    pedipalpo

    palpo | n. m.

    Cada um dos dois apêndices articulados e móveis situados aos lados da boca dos artrópodes....


    pedipalpo | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Relativo aos pedipalpos....


    carangonço | n. m.

    Designação dada a vários animais invertebrados aracnídeos, geralmente venenosos, com pedipalpos em forma de pinças e corpo alongado que se prolonga numa cauda que se pode curvar sobre o dorso....


    lacrau | n. m.

    Designação dada a vários animais invertebrados aracnídeos, geralmente venenosos, com pedipalpos em forma de pinças e corpo alongado que se prolonga numa cauda que se pode curvar sobre o dorso....


    escorpião | n. m. | n. 2 g.

    Designação dada a vários animais invertebrados aracnídeos, geralmente venenosos, com pedipalpos em forma de pinças e corpo alongado que se prolonga numa cauda que se pode curvar sobre o dorso (ex.: o escorpião comunica o veneno por dois orifícios na base do gancho com que termina a cauda)....



    Dúvidas linguísticas


    A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?


    Utilizo com frequência a expressão aqui à beira ou à beira de. Por vezes corrigem-me dizendo que esta forma não é correcta e que deveria utilizar perto de, junto a, ao pé de, etc. Para mim sempre foram sinónimos, mas gostaria de saber se há algum fundamento para essas correcções.