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    mofar

    mofante | adj. 2 g.

    Que mofa ou zomba....


    debique | n. m.

    Ato de debicar....


    escárnio | n. m.

    Atitude ou dito em relação a algo ou alguém, com intenção de provocar manifestamente o riso....


    mofa | n. f.

    Atitude ou dito em relação a algo ou alguém, com intenção de provocar manifestamente o riso....


    palor | n. m.

    Palidez....


    irrisão | n. f.

    Atitude ou dito em relação a algo ou alguém com intenção de provocar o riso....


    ranço | n. m. | adj.

    Sabor e cheiro acre que adquirem os alimentos gordurentos alterados ou em decomposição....


    zombaria | n. f.

    Ato ou efeito de zombar....


    sito | n. m.

    Mofo, bafio, bolor....


    bafio | n. m.

    Cheiro e sabor desagradáveis, resultantes da humidade e da falta de renovação do ar....


    antimofo | adj. 2 g. 2 núm. n. m.

    Diz-se da ou substância que impede o aparecimento de mofo....




    Dúvidas linguísticas


    O que significa a expressão "álea econômica"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?