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    malhemos

    amame | adj. 2 g.

    Malhado de preto e branco....


    argel | adj. 2 g.

    Diz-se do cavalo que tem malha branca no pé....


    bimaculado | adj.

    Que tem duas malhas ou manchas....


    Diz-se do cavalo que tem uma grande malha branca no meio da testa, de alto a baixo....


    frontino | adj.

    Diz-se do cavalo que tem malha branca na testa....


    jazerino | adj.

    Relativo à jazerina....


    malhadiço | adj.

    Que está sempre a levar pancadas....


    manalvo | adj.

    Diz-se da cavalgadura que tem malhas brancas nas mãos....


    maculado | adj.

    Que está sujo; que tem manchas ou malhas....


    manchado | adj.

    Que tem manchas ou malhas; sarapintado; sujo....


    mosqueado | adj.

    Que tem pintas ou malhas escuras....


    Que tem quatro malhas em forma de lúnula ou crescente....


    quatralvo | adj.

    Diz-se do cavalo calçado ou malhado de branco nos quatro membros, até próximo dos joelhos....


    silveiro | adj.

    Diz-se do touro com uma malha branca na testa, tendo escura a cabeça....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?