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    enteada

    filhastro | n. m.

    Filho de uma relação anterior do cônjuge ou companheiro, em relação ao seu padrasto ou madrasta....


    enteado | n. m.

    Filho de uma relação anterior do cônjuge ou companheiro, em relação ao seu padrasto ou madrasta....


    parequema | n. m.

    Repetição de sons idênticos consecutivos, como em inocente enteado....


    buzanfã | n. m.

    Região das nádegas....


    não-filho | n. m.

    Filho de uma relação anterior do cônjuge ou companheiro, em relação ao seu padrasto ou madrasta....


    padrastio | n. m.

    Vínculo de parentesco por afinidade entre um cônjuge ou um companheiro e o filho ou os filhos unilaterais do outro; relação entre um padrasto e um ou mais enteados ou enteadas....


    madrastio | n. m.

    Vínculo de parentesco por afinidade entre um cônjuge feminino ou uma companheira e o filho ou os filhos unilaterais do outro cônjuge ou companheiro; relação entre uma madrasta e um ou mais enteados ou enteadas....


    anteado | n. m.

    O mesmo que enteado....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se também é correcto escrever ouro ou louro. Normalmente utilizo, tanto na escrita como na fala, o ditongo oi, ou seja, loiro ou oiro. Não sei se estou certa, mas penso que o ditongo [ow] corresponde a um sistema linguístico mais antigo, que hoje em dia já não é muito utilizado.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?