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deiscente

deiscente | adj. 2 g.

Que se abre por si mesmo....


loculicida | adj. 2 g.

Diz-se do fruto cujos septos são deiscentes....


vagem | n. f.

Fruto deiscente das leguminosas....


elatério | n. m.

Tubo deiscente de algumas hepáticas....


elátero | n. m.

Tubo deiscente de algumas hepáticas....


valvar | adj. 2 g.

Em que a disposição das folhas novas ou peças da flor no interior do botão floral é deiscente por meio de valvas, tocando-se apenas pelas margens....


valva | n. f.

Cada uma das peças de certos pericarpos dos frutos deiscentes....


pepino-bravo | n. m.

Fruto deiscente plurilocular dessa planta, que na época da maturação se abre, lançando fora os esporos....


Fruto deiscente plurilocular dessa planta, que na época da maturação se abre, lançando fora os esporos....


Fruto deiscente plurilocular dessa planta, que na época da maturação se abre, lançando fora os esporos....



Dúvidas linguísticas



Qual a frase correcta: Para puderem educar os seus descendentes, os pais deviam conduzir-se bem? ou Para poderem educar os seus descendentes, os pais deviam conduzir-se bem?
As formas poderem e puderem são duas formas verbais parónimas com alternância vocálica que correspondem a dois tempos verbais diferentes. Poderem (lê-se /pudêrem/) é a forma da terceira pessoa do plural do infinitivo pessoal do verbo poder; este tempo verbal utiliza-se para exprimir uma acção ou processo, mas sem expressar o tempo ou o momento específico (ex.: O facto de poderem optar dá-lhes grande liberdade. Enviou uma fotografia para os avós poderem ver a neta). Puderem (lê-se /pudérem/) é a forma da terceira pessoa do plural do futuro do conjuntivo do verbo poder; este tempo verbal utiliza-se para apresentar uma acção futura como possível ou hipotética, geralmente em orações subordinadas (ex.: Eles irão ao cinema se puderem). Tendo em conta o exposto, a frase correcta é Para poderem educar os seus descendentes, os pais deviam conduzir-se bem.
O corrector sintáctico do FLiP alerta, entre outras coisas, para estas relações de paronímia.




A palavra seje existe? Tenho um colega que diz que esta palavra pode ser usada na nossa língua.
Eu disse para ele que esta palavra não existe. Estou certo ou errado?
A palavra seje não existe. Ela é erradamente utilizada em vez de seja, a forma correcta do conjuntivo (subjuntivo, no Brasil) do verbo ser. Frases como “Seje bem-vindo!”, “Seje feita a sua vontade.” ou “Por favor, seje sincero.” são cada vez mais frequentes, apesar de erradas (o correcto é: “Seja bem-vindo!”, “Seja feita a sua vontade.” e “Por favor, seja sincero.”). A ocorrência regular de seje pode dever-se a influências de falares mais regionais ou populares, ou até mesmo a alguma desatenção por parte do falante, mas não deixa de ser um erro.

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