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    cuscuz

    triguilho | n. m.

    Alimento confecionado a partir de grãos de trigo, com propriedades nutricionais semelhantes às do arroz e do cuscuz....


    cuscuzeira | n. f.

    Recipiente, dotado de furos no interior, para cozer cuscuz....


    bulgur | n. m.

    Alimento confecionado a partir de grãos de trigo, com propriedades nutricionais semelhantes às do arroz e do cuscuz....


    cuscuzeiro | n. m.

    Fabricante ou vendedor de cuscuz....


    binde | n. m.

    Vaso de barro com furos no fundo, usado para cozer cuscuz em banho-maria....


    cuscuz | n. m. 2 núm.

    Sêmola de trigo....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se a palavra real admite duas formas de plural: réis e reais, assim como mel, temos: méis e meles?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?