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curandeiro

curado | adj.

Que está protegido de males, pragas ou perigos por acção de mezinhas ou práticas de curandeiro....


empírico | adj. | n. m.

Que segue o empirismo....


mata-sanos | n. m. 2 núm.

Médico ou curandeiro incompetente....


pajé | n. m.

Benzedor, curandeiro....


saludador | n. m.

Curandeiro; benzilhão....


pemba | n. f.

Argila usada por curandeiros....


curandeiro | n. m.

Pessoa que trata de doenças sem título legal....


curandice | n. f.

Charlatanice de curandeiro....


curão | n. m.

Curandeiro....


garrafada | n. f.

Remédio de curandeiro....


mezinheiro | n. m.

O que tem o hábito de receitar ou tomar mezinhas; curandeiro....


mezinhice | n. f.

Remédio ou práticas de curandeiro....


mata-sãos | n. m. 2 núm.

Médico ou curandeiro incompetente....


rezador | adj. n. m.

Curandeiro....


quimbanda | n. m. | n. f.

Adivinho ou curandeiro....


escrito | adj. | n. m.

Receita de curandeiro ou de bruxo....


espinhela | n. f.

Fazer prática de curandeiro para alegadamente tratar o mal da espinhela caída....



Dúvidas linguísticas



Peço auxílio para a composição de palavras com prefixos gregos e latinos. Quando são em justaposição e quando são em aglutinação? Minha dúvida neste momento é com a palavra intra + esclerótico.
A existência ou não de hífen depois de prefixos gregos e latinos é difícil de sistematizar em poucas linhas, pois isso difere consoante os prefixos (há até divergências ligeiras entre a norma europeia e a norma brasileira do português, por serem diferentes as obras de maior referência neste aspecto).

No caso de intra- (este caso aplica-se também aos prefixos contra-, extra-, infra-, supra- e ultra-), de acordo com a Base XXIX do Acordo Ortográfico de 1945, deve usar-se hífen antes de palavras iniciadas por vogal (ex.: intra-arterial, intra-ocular), h (ex.: intra-hepático), r (ex.: intra-raquidiano) ou s (ex.: intra-sinovial). Assim sendo, deve escrever-se intra-esclerótico segundo o Acordo Ortográfico de 1945, para o português de Portugal, ou o Formulário Ortográfico de 1943, para o português do Brasil.

Com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, e segundo a Base XVI, o prefixo intra- (assim como todos os prefixos ou elementos prefixais com o mesmo contexto ortográfico, isto é, terminados na letra a) deve aglutinar-se sempre com o elemento seguinte (ex.: intraocular), excepto se este começar por a (ex.: intra-arterial) ou h (ex.: intra-hepático). No caso de o elemento seguinte começar por r ou s, essas consoantes devem ser dobradas (ex.: intrarraquidiano, intrassinovial). Assim sendo, deve escrever-se intraesclerótico segundo o Acordo Ortográfico de 1990.




Numa pesquisa no Google, encontrei várias vezes a expressão "há espera", por exemplo: "torneios há espera de concorrentes". É correcto dizer "há espera"? Não será "à espera"?
No contexto que refere, deverá ser utilizada a locução prepositiva à espera de, que significa “aguardando por” (torneios à espera de concorrentes) e que poderá encontrar registada, por exemplo, no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa, que também regista a locução adverbial à espera (Ex.: os doentes já estão à espera há muito tempo). Esta locução tem estrutura semelhante a muitas outras locuções prepositivas em português (contracção da preposição a com o artigo definido a seguida de substantivo feminino e da preposição de), como, por exemplo, à beira de, à conta de, à disposição de, à frente de. A expressão há espera poderá apenas ser usada em contextos onde se pretenda dizer que "existe uma espera" (ex.: nos acessos à ponte há espera prolongada).

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