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    copiardes-te

    exscrito | adj.

    Diz-se do círculo que é tangente a um dos lados de um triângulo e ao prolongamento dos outros dois lados....


    copiativo | adj.

    Que copia (ex.: sistema copiativo)....


    verbatim | adv. | adj. 2 g. 2 núm.

    Com as mesmas exatas palavras (ex.: ele copiou verbatim o que estava no artigo)....


    descrito | adj.

    Que se descreveu ou foi objeto de descrição....


    arquétipo | n. m. | adj.

    Modelo pelo qual se faz uma obra material ou intelectual....


    quirografia | n. f.

    Arte de escrever ou de copiar à mão....


    éssedo | n. m.

    Carro ligeiro, de duas rodas, que os romanos copiaram dos gauleses e dos bretões....


    mordente | adj. 2 g. | n. m.

    Que morde....


    limpo | adj. | n. m. | adv.

    Isento de sujidade ou imundície....


    copianço | n. m.

    Ato ou efeito de copiar, especialmente em provas escritas escolares....


    Ato de dividir um desenho em pequenos quadrados, para ser copiado ou reproduzido por partes....


    apógrafo | n. m.

    Cópia de um autógrafo....


    copiara | n. f.

    Alpendre característico do Nordeste do Brasil....


    copio | n. m.

    Rede miúda de arrastar....


    pata | n. f.

    Cada um dos membros de um animal usados na locomoção....


    traslado | n. m.

    Ato ou efeito de trasladar....


    escrevente | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou o que escreve....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se escrever ou dizer o termo deve de ser é correcto? Eu penso que não é correcto, uma vez que neste caso deverá dizer-se ou escrever deverá ser... Vejo muitas pessoas a usarem este tipo de linguagem no seu dia-a-dia e penso que isto seja uma espécie de calão, mas já com grande influência no vocabulário dos portugueses em geral.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?