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    convertesses

    conversivo | adj.

    Que tem a virtude de converter ou transmutar....


    Que tem emulsão; convertido em emulsão....


    enqueijado | adj.

    Coalhado, em estado de servir para queijo; convertido em queijo....


    Que é relativo às condições térmicas e acústicas (ex.: isolamento termoacústico)....


    láctase | n. f.

    Enzima que converte a lactose em glicose e galactose....


    óvulo | n. m.

    Pequeno ovo....


    missionário | n. m. | adj.

    Aquele que foi incumbido de realizar determinada missão....


    emulsionante | adj. 2 g. | n. m.

    Que emulsiona ou converte em emulsão (ex.: aditivo alimentar emulsionante)....


    emulsificante | adj. 2 g. | n. m.

    Que emulsiona ou converte em emulsão (ex.: aditivos alimentares emulsificantes)....


    Transformação de um código ou de uma linguagem que estava convertida para ser lida por um computador em linguagem de programação....


    Estudo, baseado na termodinâmica e na acústica, em relação à possibilidade de a energia mecânica de uma onda acústica se poder converter em energia térmica e vice-versa....



    Dúvidas linguísticas


    Sou estudante de português e gostaria de saber o que é um pé-quebrado.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?