Pesquisa nas Definições por:

    continham-nas

    Que deixa ver os objetos sem irisação....


    aerífero | adj.

    Que conduz ar para o interior ou que contém ar (ex.: parênquima aerífero)....


    amaríneo | adj.

    Que contém substâncias amargas....


    amniótico | adj.

    Que pertence ou é relativo ao âmnio ou membrana serosa que envolve o feto....


    arguitivo | adj.

    Que se emprega como argumento....


    azotado | adj.

    Que contém azoto....


    botúlico | adj.

    Relativo a ou que contém botulina (ex.: bacilo botúlico; toxina botúlica)....


    bromado | adj.

    Que contém bromo....


    calcífero | adj.

    Que contém cal (em menos quantidade que o que é calcário)....


    codicilar | adj. 2 g.

    Contido em codicilo....




    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.