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    consternemos

    quão | adv. | conj.

    Indica grau ou intensidade, em frases interrogativas (ex.: quão dispendioso é?)....


    dorido | adj. | n. m.

    Que ainda se ressente um tanto da dor que teve....


    Estado do espírito aflito e abatido por dor, pena, receio, etc....


    espanto | n. m.

    Impressão forte causada por coisa inesperada e repentina....


    enlutar | v. tr. e pron.

    Cobrir ou cobrir-se de luto (ex.: o acidente enlutou várias famílias; o país enlutara-se devido a tão grande tragédia)....


    morrer | v. intr. | n. m.

    Cessar de viver....


    consternar | v. tr. | v. pron.

    Causar consternação....


    consternante | adj. 2 g.

    Que consterna ou que causa consternação....


    cataplexia | n. f.

    Condição neurológica em que a pessoa perde repentinamente o controlo dos músculos, geralmente por causa de emoções fortes, como alegria, choque, medo ou raiva....




    Dúvidas linguísticas


    Sobre a conjugação do verbo ‘trazer’, no futuro do indicativo, tenho a seguinte dúvida:
    (1) Trar-se-ão a Portugal.
    ou
    (2) Trazer-se-ão a Portugal.
    Será que a primeira hipótese está correcta? Não consigo encontrar qualquer tipo de referência, no entanto surge-me intuitivamente.


    A palavra vigilidade, que tem origem na palavra vígil, tem suscitado alguma controvérsia na área em que estou envolvido. É um termo que é utilizado nalguns trabalhos de psicologia e por algumas instituições nacionais ligadas aos medicamentos (ex: INFARMED). No entanto, não encontrei a palavra nos dicionários que consultei, inclusivamente o da Priberam. Alternativamente a palavra utililizada é vigilância. Assim, gostaria de saber a vossa opinião sobre este assunto.