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    comarcai-mo

    comarca | n. f.

    Divisão territorial de um distrito judicial, sob a alçada de um tribunal de primeira instância....


    podestade | n. f.

    Rico-homem, com autoridade suprema em certas comarcas ou províncias....


    precatória | n. f.

    Carta dirigida por um juiz de uma circunscrição, comarca, tribunal, etc., a outro magistrado, para que cumpra ou faça cumprir certas diligências judiciais....


    comarcão | adj. | adj. n. m.

    Relativo a comarca (ex.: cadeia comarcã; delegada comarcã da Ordem dos Advogados)....


    vara | n. f.

    Haste de árvore ou de arbusto....


    copríncipe | n. m.

    Título nobiliárquico usado no principado de Andorra, que é governado por dois príncipes, o presidente da República Francesa e o bispo de Urgel, comarca da comunidade autónoma espanhola da Catalunha (ex.: copríncipe episcopal; copríncipe francês)....


    juiz | n. m.

    Magistrado que administra justiça....


    comarcar | v. intr.

    Ter limites comuns....


    Magistrado que tem jurisdição sobre os outros juízes de uma comarca, fiscalizando o andamento da justiça e dos serviços forenses....


    comarcal | adj. 2 g.

    Relativo a comarca (ex.: terras comarcais)....


    carta | n. f.

    Escrito fechado que se dirige a alguém....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?