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    claro

    boiante | adj. 2 g.

    Que boia ou flutua....


    candente | adj. 2 g.

    Que chegou à incandescência rubra clara....


    cônscio | adj.

    Que tem conhecimento do que deve fazer ou de como deve agir....


    cru | adj.

    Diz-se, em pintura, dos tons duros em que, entre os escuros e os claros, não há transição....


    crinalvo | adj.

    De crina mais clara que o resto do pelo....


    eloquente | adj. 2 g.

    Que se exprime com desenvoltura e capacidade de persuasão; que demonstra eloquência (ex.: orador eloquente)....


    espelhento | adj.

    Que reflete (imagens); claro, brilhante....


    fácil | adj. 2 g. | adv.

    Que não custa a fazer; que se obtém ou se consegue sem grande trabalho (ex.: é fácil montar esse móvel; há instrumentos musicais mais fáceis de tocar)....


    De um verde desbotado ou muito claro....


    indubitado | adj.

    Incontestável; evidente; claro; sobre que não há dúvida....


    insonoro | adj.

    Cujo som não é claro....


    intuitivo | adj.

    Relativo a intuição (ex.: capacidade intuitiva)....


    lúcido | adj.

    Brilhante, claro....


    nítido | adj.

    Limpo, claro; que se distingue bem....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber uma palavra em português que comece com "vl"? Exemplo: Vladimir, mas não pode ser nome próprio.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?