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chipa

xipo | n. m.

Cinto de couro usado pelos lundeses para suspender o pano que cobre as partes genitais....


microchipe | n. m.

Circuito electrónico miniaturizado construído sobre uma fina superfície que contém materiais semicondutores e outro tipo de componentes....


chipo | n. m.

Ostra que produz pérolas....


circuito | n. m.

Limite exterior de uma superfície ou de um espaço....


chip | n. m.

Circuito electrónico miniaturizado construído sobre uma fina superfície que contém materiais semicondutores e outro tipo de componentes....


chipa | n. f.

Bolo de farinha de milho e leite, cozido na brasa....


chipar | v. tr.

Colocar chipe em (ex.: chipar um animal)....


chipá | n. f.

Bolo de farinha de milho e leite, cozido na brasa....


chipe | n. m.

Ostra que produz pérolas....


chipe | n. m.

Circuito electrónico miniaturizado construído sobre uma fina superfície que contém materiais semicondutores e outro tipo de componentes....


chispe | n. m.

Pé de porco....



Dúvidas linguísticas



Qual denominação para a "operação" de passar Francisco a Chico, Helena a Lena, Alice a Lili, etc.
As palavras Chico, Lena ou Lili são hipocorísticos (isto é, nomes próprios usados para designar alguém de maneira informal ou carinhosa) em relação a Francisco, Helena e Alice, respectivamente. Estes três hipocorísticos mostram, contudo, fenómenos diferentes de formação de palavras: em Francisco > Chico há uma redução por aférese acompanhada de alteração expressiva da forma reduzida; em Helena > Lena há uma simples redução por aférese; em Alice > Lili há uma redução com aférese e apócope e com o redobro de uma sílaba. A estes mecanismos pode ainda juntar-se o frequente uso de sufixos aumentativos ou diminutivos (ex. Chicão, Leninha).



Perdão por corrigi-los, mas em seu dicionário online há um grave erro: a palavra miçanga está escrita com "ss" (missanga), porém, por ser uma palavra de origem indígena, escreve-se com "ç".

As palavras referidas (missanga/miçanga) apresentam uma diferença na tradição lexicográfica (i.e., o registo das palavras nos dicionários, ao longo de muitos anos) de Portugal e do Brasil, que não será resolvida pela entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990 (o mesmo se passa com outros casos como os de alforge, beringela ou connosco na norma europeia e alforje, berinjela ou conosco na norma brasileira). Missanga é a forma preferencial e a única forma atestada em todas as obras de referência consultadas para o português europeu. A forma miçanga aparece apenas registada em dicionários ou vocabulários brasileiros.

Não se trata, portanto, de uma grafia errada, mas de uma divergência ortográfica entre duas variedades do português. Sobre este assunto, pronuncia-se Rebelo Gonçalves, no seu Tratado de Ortografia da Língua Portuguesa (Coimbra: Atlântida, 1947, p. 44, nota 3): "missanga: Grafia do Vocabulário de Gonçalves Viana, das Apostilas do mesmo autor (II, págs. 146-147), do Vocabulário da A.C.L., do Dicionário Etimológico de Antenor Nascentes e do comum dos léxicos portugueses e brasileiros (Bluteau [Suplemento, parte II], Morais, Domingos Vieira, Aulete, Maximiano de Lemos, Figueiredo, Silva Bastos, Moreno, Torrinha, Carlos Spitzer, Teschauer, etc.). Não vemos razão para se preferir a grafia miçanga, registada pelo Vocabulário da A.B.L."


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