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Pesquisa por "broxar" nas definições

brochar | v. tr.
    Coser as folhas dos livros e envolvê-las em capa de papel ou cartolina....

broxar | v. tr. e intr. | v. intr.
    Pincelar com broxa....

broxante | n. m. | adj. 2 g.
    Pintor ou aprendiz de pintor de construção civil....

Dúvidas linguísticas


Deve-se escrever colete em seda vermelha ou colete em seda vermelho?
As duas possibilidades estão correctas; na primeira o adjectivo vermelho qualifica e concorda com o substantivo feminino seda, enquanto na segunda qualifica e concorda com o substantivo masculino colete.



Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda. Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia. Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral? Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences. Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.
As dúvidas colocadas relativamente às frases 1 e 2 dizem essencialmente respeito ao uso do infinitivo pessoal (ou flexionado) e do infinitivo impessoal (ou não flexionado).

A alteração na frase 1 de “para funcionarmos” para “para funcionar” na oração final não é obrigatória, mas é possível por questões de eufonia e por se tratar do mesmo sujeito da oração relativa (que [nós] precisamos) de que depende; sobre este assunto, por favor consulte a resposta infinitivo em orações adverbiais finais (de notar que se o sujeito estivesse explícito na oração final, esta alteração não seria possível: *o grau de previsibilidade que precisamos para nós funcionar).

A alteração na frase 2 de “velhinhas [...] a tentar vender” para “velhinhas [...] a tentarem vender” também não é obrigatória, e terá igualmente causas eufónicas, uma vez que, neste contexto de infinitivo antecedido da preposição a e sem verbo auxiliar, pode ocorrer tanto o infinitivo pessoal como o infinitivo impessoal. Este tipo de estrutura pode ser substituído por um gerúndio (ex.: “velhinhas [...] tentando vender”), pelo que se designa por infinitivo gerundivo (cf. Maria Helena Mira MATEUS et al., Gramática da Língua Portuguesa, Lisboa: Editorial Caminho, 5.ª ed., 2003, pp. 643-645) e também por infinitivo de narração ou infinitivo histórico (cf. Celso CUNHA e Lindley CINTRA, Nova Gramática do Português Contemporâneo, Lisboa: Sá da Costa, p. 483 e Evanildo BECHARA, Moderna Gramática Portuguesa, Rio de Janeiro: Lucerna, 37.ª ed., 2002, p. 284 e p. 528).

Relativamente à alteração de “que precisamos” para “de que precisamos”, por favor consulte as respostas convencido de que e regência de precisar.

Palavra do dia

so·pi·tar so·pi·tar

- ConjugarConjugar

(latim vulgar *sopitare, do latim sopitus, -a, -um, particípio passado de sopio, -ire, adormecer, entorpecer, extinguir)
verbo transitivo

1. Fazer dormir; provocar sono ou dormência em. = ADORMECER, ADORMENTAR, SOPORIZAR

2. Tornar mais calmo, mais suave ou menos intenso (ex.: conseguiu sopitar a ira que sentia). = ABRANDAR, ACALMAR, SUAVIZARINTENSIFICAR

3. Não deixar que algo se manifeste (ex.: sopitar uma revolta). = REFREAR, REPRIMIR

4. Quebrar as forças. = ABATER, DEBILITAR, ENFRAQUECERFORTALECER

5. Embalar com promessas ou com esperanças.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/Pesquisar/broxar [consultado em 22-10-2021]