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    bailar-mo

    abertura | n. f.

    Ato de abrir ou de se abrir....


    batucada | n. f.

    Ato ou efeito de batucar....


    chacona | n. f.

    Ária e bailado renascentista....


    protofonia | n. f.

    Composição que serve de introdução a ópera, bailado, sinfonia, etc....


    quadrilha | n. f.

    Turma de cavaleiros no jogo das canas....


    salão | n. m.

    Sala grande....


    arrastado | adj. | n. m.

    Levado de rastos....


    marrafa | n. f.

    Cabelo que cobre a testa, total ou parcialmente, na sua largura....


    forró | n. m.

    Festa popular brasileira, com origem no Nordeste, onde geralmente há dança a pares....


    serrana | n. f.

    Mulher que vive nas serras....


    tatu | n. m.

    Nome comum a vários mamíferos xenartros da América do Sul cujo corpo é revestido de uma couraça....


    xiba | n. m. | n. m. ou f.

    Tipo de batuque....


    baila | n. f.

    Baile, bailado....


    baileco | n. m.

    Baile de pouca importância....




    Dúvidas linguísticas


    Como devo passar para o discurso indirecto a frase: Eu chamo-me Paula. Discurso indirecto: Ela disse que se chamava Paula? ou Ela disse que se chama Paula?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?