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Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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Pesquisa por "asa" nas definições

adejar | v. intr. | v. tr. e intr. | v. tr.
    Bater as asas....

aliforme | adj. 2 g.
    Em forma de asa....

alinegro | adj.
    De asas negras (ex.: pássaro alinegro)....

alípede | adj. 2 g.
    Que tem asas nos pés....

alipotente | adj. 2 g.
    Que tem asas vigorosas....

albipene | adj. 2 g.
    Que tem uma asa ou ambas brancas....

alado | adj.
    Que tem asas....

andrino | adj.
    Da cor das asas da andorinha....

ansado | adj.
    Que tem uma ansa ou asa (ex.: cruz ansada)....

ansiforme | adj. 2 g.
    Em forma de ansa ou de asa....

anélitro | adj.
    Diz-se dos insectos de quatro asas, das quais as duas superiores não têm a consistência dos élitros....

asar | v. tr.
    Guarnecer de asas....

bialado | adj.
    Que tem duas asas....

brevipenado | adj.
    De asas demasiado curtas para o voo....

Dúvidas linguísticas


Tenho dúvidas como se escreve: a gerente administrativa ou a gerente administrativo. Qual a forma correta?
A palavra gerente é invariável em género, mas os adjectivos e determinantes que a modificam devem flexionar tendo em conta o sexo da pessoa a que se referem. Assim, deverá escrever o gerente administrativo e a gerente administrativa.



Queria perguntar-vos sobre a utilização de em ou no/na antes de nos referirmos a lugares. Porque dizemos no Porto mas não na Lisboa? Porque tanto se diz na França como em França? Existe alguma regra para a utilização ou não de artigo definido (e respectivas contracções) quando nos queremos referir a um local? Por exemplo: porquê dizer fui ao Funchal e não fui a Funchal?
O uso de artigos definidos (o, a os, as) antes de topónimos (isto é, nomes próprios que designam lugares geográficos) não corresponde a uma regra rígida na língua portuguesa. As indicações dadas por gramáticas e prontuários são em geral fluidas e por vezes contraditórias, pelo que as respostas a questões relacionadas com este assunto raramente podem ser peremptórias.

Na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso CUNHA e Lindley CINTRA (Lisboa, Edições João Sá da Costa, 14.ª ed., 1998, pp. 228-231), são elencadas algumas indicações para o uso ou não do artigo definido com nomes geográficos.

Preconiza-se nomeadamente o uso de artigo antes de nomes de “países, regiões, continentes, montanhas, vulcões, desertos, constelações, rios, lagos, oceanos, mares e grupos de ilhas” (ex.: a Suíça, a Escandinávia, a Europa, o Pico, o Etna, o Sara, o Centauro, o Guadiana, o Tanganica, o Índico, o Adriático, as Baleares), mas facilmente um falante se lembrará de muitos contra-exemplos para estas indicações (a própria gramática lista alguns deles: Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau, Timor, Andorra, Israel, São Salvador, Aragão, Castela, Leão).

Do mesmo modo se indica que não se usa geralmente o artigo definido “com os nomes de cidades, de localidades e da maioria das ilhas”, mas logo se apresentam contra-exemplos, nomeadamente os casos de nomes de cidades e localidades que derivam de um substantivo comum (a Guarda, o Porto, o Rio de Janeiro, a Figueira da Foz).

Estas indicações gerais são úteis e correspondem provavelmente à maioria dos casos, mas os muitos casos que as contrariam (é significativa a lista de excepções ou contra-exemplos que as gramáticas apresentam) tornam a decisão de empregar ou não o artigo quase dependente de cada topónimo e da experiência linguística do falante.

Há ainda casos de topónimos como Espanha, França, Itália, Inglaterra ou Chipre em que é oscilante o uso ou não de artigo (ex.: foi viver para (a) Espanha).

O topónimo Funchal é usado sobretudo precedido de artigo (ex.: viajo amanhã para o Funchal; estou no [= em + o] Funchal; vou ao [= a + o] Funchal) e poderá incluir-se na categoria de nomes de cidades ou localidades “que se formaram de substantivos comuns” (CUNHA e CINTRA, p. 230).

Palavra do dia

ga·do·lí·ni·o ga·do·lí·ni·o


([Johann] Gadolin, antropónimo [físico e químico finlandês, 1760-1852] + -io)
nome masculino

[Química]   [Química]  Elemento químico (símbolo: Gd), de número atómico 64, pertencente ao grupo das terras raras.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/Pesquisar/asa [consultado em 07-07-2022]