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    aperitive-a

    esurino | adj.

    Que desperta o apetite....


    absinto | n. m.

    Nome de algumas plantas asteráceas, amargas e aromáticas....


    amargo | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que tem sabor acre e desagradável....


    armando | n. m.

    Papas aperitivas para cavalos....


    belisco | n. m.

    Compressão da pele feita com os dedos, geralmente no intuito de provocar dor....


    acepipe | n. m.

    Guloseima, pitéu....


    perrexil | n. m.

    Planta (Crithmum maritimum) da família das umbelíferas, de folhas carnosas, usada em conservas....


    antepasto | n. m.

    Iguaria que precede as refeições ou o primeiro prato....


    canapé | n. m.

    Assento longo de palhinha ou estofado, com braços e recosto....


    tira-gosto | n. m.

    Aperitivo que se come fora das refeições ou a acompanhar uma bebida....


    gressino | n. m.

    Palito de pão torrado e seco, de tamanho variável e consistência estaladiça (ex.: decorou cada aperitivo com um gressino e azeitonas)....


    belisquete | n. m.

    Aperitivo que se come fora das refeições ou a acompanhar uma bebida....


    aperiente | adj. 2 g. n. m.

    Que ou aquilo que abre ou desperta o apetite....


    aperitivo | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquilo que, abrindo os poros, facilita as secreções....


    quinado | adj. | adj. n. m.

    Que é preparado com quina (ex.: tisana quinada)....


    cortesia | n. f. | n. f. pl.

    Qualidade do que é cortês....



    Dúvidas linguísticas


    Cabe uma visada sobre o posicionamento: nesta frase, está correto o uso de sobre? Ou deveria ser visada no posicionamento?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?